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O "Muído" do Cuscuz

Por Nelma Figueiredo
do site CanalPB



Como os 140 caracteres do twitter ficaram pequenos para os meus “muídos” , decidi aceitar o desafio do colega Beto Chaves de, a cada semana, usar este espaço para bater um papo com os seguidores do Orkut, twitter e facebook ( meu novo passatempo).

Quem tiver paciência para o besterol, vai encontrar “muído” de sobra por aqui. Quem não tiver, não precisa perder tempo.

Atendendo aos pedidos de quem pegou o bonde andando, vou começar explicando a história do cuscuz que acabou virando um dos assuntos mais comentados da semana entre os que embarcaram nesta minha aventura culinária.

Nascida e criada em Brasília, mesmo sendo filha de paraibanos, confesso que o cuscuz não era o prato mais presente à nossa mesa e, talvez por isso, nunca aprendi como fazer.Embora minha mãe fizesse cuscuz, eventualmente, utilizando uma marca chamada MILHARIANA.

A mudança para a Paraíba e a apresentação aos produtos São Braz deixaram o cuscuz mais presente ao cardápio da família e ainda assim, casei sem saber fazer cuscuz. O que não representou um grande problema porque a “vítima” era carioca e não apreciava a iguaria.

Só que os filhos paraibanos passaram a querer cuscuz e só desistiram depois de inúmeras tentativas e decepções.

A última tentativa frustrada, que aconteceu no Dia de Finados, virou tema de debate no programa Mulher Demais e no twitter e aí recebi a solidariedade de muitos telespectadores e seguidores que enviaram receitas na tentativa de me ajudar a aprender a fazer o tal cuscuz!

Para onde me viro, alguém pergunta: Já aprendeu a fazer cuscuz??!!

A resposta é NÃO!

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