Pages

Mostrando postagens com marcador Tv Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tv Brasil. Mostrar todas as postagens

TV Brasil venderá seus programas para o exterior

A TV Brasil pretende exportar seu conteúdo próprio para o exterior. Para isso, a emissora do Governo Federal assinará acordo com a BTVP (Brazilian TV Producers), empresa que representa no exterior a ABPITV (Associação Brasileira de Produtoras Independentes de TV).


Emissora do Governo Federal faz parceria para vender programas para o exterior

A parceria será firmada na próxima sexta (15) e terá validade de dois anos. Com o acordo, os programas e documentários da emissora serão oferecidos aos executivos de TV de vários países em diversas feiras do setor, com a própria Mipcom, que foi realizada na última semana em Cannes, na qual a equipe da BTVP conseguiu fechar contratos com emissoras de TV estrangeiras para a veiculação de material audiovisual produzido pelas produtoras filiadas à associação.

Programa da Tv Brasil "Sem Censura" completa 25 Anos



O Sem Censura, comandado pela jornalista Leda Nagle, está completando 25 anos. Uma grande festa, com 120 convidados entre artistas, políticos, músicos e profissionais de diversos setores, está marcada para o dia 21 de setembro, a partir das 16 horas, na TV Brasil. Serão os entrevistados que ajudaram a construir a história do programa, que, na edição especial, terá o Pão de Açúcar e a Baia de Guanabara como cenário.


A voz rouca, a risada gostosa e os bordões, como o “se Deus quiser”, no final de cada edição, já viraram marca registrada do programa. Enquanto se prepara para a grande festa, Leda recorda o início de sua participação no Sem Censura e fala do futuro do programa.


Qual o segredo da longevidade do Sem Censura?


O fato de ser um programa simples, de recebermos pessoas de diferentes seguimentos, de ser muito democrático e, por isso mesmo, misturar todo o tipo de pessoas. Um programa que bate no coração dos telespectadores, que presta serviço, informa e educa sem chatear. A simpatia, a simplicidade e a multiplicidade dos assuntos é que fazem dele o sucesso.


Qual é, na sua opinião, o diferencial do Sem Censura ?


Acho que a química dos diversos assuntos e a liberdade que tenho de fazer programas diferentes. Um dia com variedade nos assuntos, no outro um programa especialmente dedicado a alguém ou grupo, como foi o do Roupa Nova ou do Lima Duarte, ou da Dercy Gonçalves. A multiplicidade de assuntos e o compromisso com a formação da cidadania, isso tudo, junto, faz o diferencial do programa. É todo dia fazer o melhor e informar. Ajudar ao consumidor fazendo com que ele conheça o seu direito. Ajudar a pessoa que precisa de mais informações sobre uma doença para que, quando chegar no médico, tenha mais esclarecimento e facilidade para compreender.


Quem você entrevistaria novamente? Alguém que lhe marcou durante todo esse tempo que está a frente do programa?


Eu gosto tanto de entrevistar que entrevistaria todo mundo de novo! Eu acho que uma entrevista nunca é definitiva. Eu aprendi, com o tempo, que nenhuma entrevista é definitiva. Todas podem melhorar, todas podem ser vistas por outro ângulo, todas podem ter um outro lado.


Tem alguém que você não entrevistaria?


Tem! Mas eu não vou te contar nem morta, nem sob tortura!


E quem você ainda gostaria de entrevistar?


Ah, claro, o Roberto Carlos, adoraria! Eu sou muito seduzida pelo bom entrevistado, entendeu? Um médico, por exemplo, pode trazer o assunto mais difícil do mundo! Mas, se ele é competente e domina o assunto, é um prazer ouvir. Exemplo: célula embrionária ou então célula tronco regenerativa. A princípio você fala: “Meu Deus, como vou traduzir isso para o português?”. Mas, o traduzir isso para o português é o que me dá o maior prazer. Viajo mesmo, adoro!


Você tem usado mídias sociais como o Twitter durante o programa, o que as novas mídias modificam, alteram ou renovam no programa?


Ah, eu acho que é a comunicação mais imediata de todas. Quando eu cheguei aqui, há 15 anos, em abril de 96, dia primeiro de abril, e não era mentira, de 1996, o programa tinha só telefone. Colocamos o fax. Fomos sentindo que os telespectadores, sobretudo os mais velhos, foram acompanhando! Do fax, passaram para o email, e agora já estão no Twitter. Você precisa de muitos recursos para mandar um email. O Twitter, são 140 caracteres e pronto!


O que você projeta para o caminho dos próximos 25 anos do Sem Censura? Qual deve ser o caminho?


Ah, ficar cada vez melhor, sempre! Eu gostaria de interagir mais com os outros estados. O programa já possui um olhar nacional. Conta com a simpatia das pessoas. Isso é o nosso grande trunfo. A simpatia que ele tem junto ao público, e também e, principalmente, junto aos entrevistados.


Gostaria de deixar alguma mensagem para os telespectadores que acessam o site diariamente atrás de informações?


Assistam ao Sem Censura! Contem para os seus amigos da reprise, funciona muito isso, o boca a boca. Falem: “Olha, eu vi no Sem Censura...”. Eu sei, porque na rua as pessoas falam muito isso comigo: “ai, minha mãe ligou e disse para eu ver! Ah, meu marido avisou que ia falar sobre tal assunto”, enfim! Assistam ao Sem Censura, sempre!


A História


Dia 1º de junho de 1985. O país mal saia do período de ditadura militar quando Fernando Barbosa Lima, diretor da TVE, teve a ideia de criar um programa que refletisse o clima da época: nascia o Sem Censura. Depois de 20 anos sob a mordaça da censura, nada melhor do que não sofrer com os ditames dos anos de chumbo.


O programa foi fruto dessa transição, refletia a liberdade do momento. O ministro da Educação na época, Marco Maciel, deu total liberdade ao programa. A proposta era ser exatamente o que o nome invocava: um programa ao vivo, com mediação e com debates à vontade”, explica Roberto Parreira, então presidente da Funtevê e um dos responsáveis pelo programa.


Censura política ele garante que não tinha. O que acontecia era que, por conta do porre de liberdade do período, às vezes cometiam-se excessos desnecessários. Parreira lembra da entrevista do Chacrinha, na qual ele falou tanto palavrão que no dia seguinte choveram críticas. “Precisava daquilo? Não precisava. O programa foi sendo moldado ao longo do tempo. Outra que “abusava” da liberdade era Dercy Gonçalves, como conta a ex-apresentadora Lúcia Leme: “Lembro-me que pedi a ela que usasse um palavreado mais leve por causa do horário. Parecia que eu tinha pedido o contrário. Aí ela soltou o verbo mesmo. Mas, na boca da Dercy, as palavras tinham outra conotação”.


Mario Morel foi diretor nos primórdios do programa e conta que chegou na TVE convidado por Parreira, quando o programa já estava no ar, mas ainda com o formato muito solto. “Comecei criando um roteiro para as entrevistas, um texto para a abertura de cada programa. Antes, tudo era improviso. Também comecei a dizer não para centenas de candidatos que queriam ser entrevistados. Como era uma emissora do governo, todos achavam que tinham o direito de aparecer. Mostrei que, dizendo não, o programa melhorava e conseguíamos melhores entrevistados”, recorda.


Desde então, passaram pela bancada Tetê Muniz, Gilsse Campos, Lucia Leme, Marcia Peltier e Leda Nagle que, atualmente, está à frente do programa. Entrevistados por elas, nomes como Faustão, Jô Soares, Xuxa, Angélica, Paulo Coelho, Maria Bethânia, Miguel Falabela, Chacrinha, Borjalo, Ana Maria Braga, Hebe, Lenny Dale, Yvo Pitanguy, Tom Jobim, Nana Caymmi e Mercedes Sosa. Lucia, que teve a oportunidade de entrevistar as duas últimas, as destaca.


História para contar é o que não falta nesses 25 anos. Sandra Ney, que foi redatora nas fases de Lúcia Leme, Márcia Peltier e Leda Nagle relembra duas ocasiões: Ronaldo Fenômeno e padre Marcelo Rossi causaram tanto alvoroço que tiveram que fechar a rua. “Com Lázaro Ramos também foi engraçado, ele ainda não era muito conhecido e veio ao programa. Aí, ele disse: 'Agora minha mãe vai saber que eu sou famoso', brincou ele, pois sua mãe sempre assistia ao Sem Censura”.


Lúcia Leme também conta ótimas histórias sobre os 10 anos em que esteve à frente do programa. Em uma de suas últimas entrevistas, Ronaldo Bôscoli ficou tão nervoso que pediu um whisky para relaxar. Tom Jobim foi entrevistado e, sem paciência para esperar o fim do programa, disse que tinha um compromisso, levantou-se e foi embora: “O Tom fugiu. No final do programa encontramos com ele bebendo em um bar perto da emissora”, lembra Lúcia.


Mas, a pergunta que não quer calar é: o que faz um programa ficar no ar durante tanto tempo? Para Sandra Ney, o sucesso é resultado de um programa “muito bem estruturado pelo Barbosa Lima, que tem um tom coloquial, como numa sala de visitas onde todo mundo pode conversar” e o fato de não ter um assunto fechado, mas sim, temas que variam. Já Parreira ressalta o talento das pessoas que o conduziram e a boa produção. E destaca que o Sem Censura é um “programa de Rádio na TV”, já que as pessoas podem assistir sem ter que ficar em frente a telinha. “Quando tiver alguma coisa que te interesse, você vai olhar o que é”, finaliza.

Por trás das câmeras com Flávio Ricco


Pipoca


Tem uma ação publicitária da Bandeirantes em exibição nos cinemas, destacando as novidades da sua programação.

Muito bem feita por sinal.

Aliás, supera todos os limites do suportável a carga de comerciais apresentados antes da exibição dos filmes. Uma coisa completamente fora de propósito.

Não há pipoca, com todo aquele cheiro de manteiga, que resista.

Passa de meia hora.

Está certo

Depois de vários ameaços -primeiro seria fevereiro, depois maio e houve até quem falasse em julho- a direção da Record definiu para setembro a exibição do reality “Extreme Makeover Social”.

O programa, com apresentação de Cristiana Arcangeli, em 13 episódios irá mostrar a reconstrução de 13 creches.

É um nome


Luiz Fernando Guimarães pode ser a novidade dos próximos episódios do seriado “S.O.S. Emergência”, que a Globo exibe aos domingos depois do “Fantástico”.

Não tem nada confirmado ainda, mas o nome do ator já circula na produção do programa.

A possibilidade existe. Mas é evidente que tudo envolve uma negociação.

Como o “S.O.S.” vai perder Maria Clara Gueiros para a novela “Lado a Lado”, há a necessidade de alguém de peso para preencher este espaço.

Na África

A Bandeirantes já está com toda a sua equipe no país da Copa. Os últimos seguiram na última quinta-feira.

À frente de todos os trabalhos, Marcelo Meira e José Emílio Ambrósio.

Fim de ano


A Record ainda não anuncia nada, mas já tem fechado com a dupla Chitãozinho e Xororó um especial para dezembro.

Os detalhes do programa serão discutidos nos próximos dias.

A ideia inicial, arroz com feijão bem temperado, é a realização de um show recebendo vários convidados.

Parada perigosa


Já de algum tempo pra cá o “Globo Repórter” não empolga mais como antes.

Ou não provoca o mesmo interesse do passado.

Ainda é o melhor entre os outros tantos que existem na área, mas vem se repetindo nas pautas. Está faltando aquela coisa de buscar coisas novas.

Ficar só na paisagem e bichos –sempre muito bons de audiência- um dia, cansa.

Horário complicado

A faixa nobre das sextas-feiras sempre foi perigosa.

O “Globo Repórter” tem, durante esses anos todos, resistido heroicamente, só que este é um aspecto que a sua equipe também deve considerar.

Bobear, se não sair atrás de coisas diferentes, pode ser o fim.

É o conhecido mico das sextas. Basta verificar o triste e rápido fim dos diversos seriados que passaram por ali.

“Separação”, fatalmente, será só mais um deles.

Férias


Tom Cavalcante está adiantando as gravações do seu programa.

Fato absolutamente normal para este período do ano.

De acordo com o combinado na Record, mais uma vez, ele vai ficar parte do mês de julho em férias fora do país.

Classificação


O reality “No Limite 5″, com promessa de ser a mais radical de todas as edições, foi adiado para 2011.

Mas, por via das dúvidas, no Ministério da Justiça, a Globo já se cercou de todos os cuidados em relação ao programa.

“Não recomendado para menores de 14 anos”. Entenda-se, exibição permitida para às 21 horas.

Minissérie bíblica


Hiran Silveira, número 1 da Teledramaturgia da Record, anunciou que a minissérie “A História de Davi” terá um total de 40 capítulos.

Projeto ousado, que ele classifica como “uma saga”. João Camargo vai responder pela direção-geral e a adaptação será realizada por Vivian de Oliveira.

C’est fini


Silvio Santos pretende mexer também com as novelas do SBT. Vai interferir mais no setor.

É o comentário na Anhanguera.

A TV Sorocaba/SP, emissora afiliada do SBT, apresenta no próximo dia 12, às 18h15, o “Noticidade Especial Dia dos Namorados”, com uma hora e quinze minutos de duração.

Uma edição com entrevistas de vários especialistas em saúde e orientação sexual, mais as participações de Christina Rocha, do “Casos de Família” e de Cris Poli, a “Super Nanny”.

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau

TV Brasil lança Web TV com programação exclusiva

A TV Brasil estreou na quarta-feira (5), sua Web TV com uma programação própria. De qualquer lugar do Brasil e do mundo, é possível acompanhar as atrações da emissora pública. São 24 horas diárias de programas musicais, jornalísticos e infantis.

Esta é mais uma alternativa para assistir à TV Brasil, que já está disponível na TV aberta analógica e digital, na televisão por assinatura, na recepção por antena parabólica, além da retransmissão via rede de emissoras parceiras em todo o país.

A página da Web TV permite ainda comentários dos usuários e a interação com outros telespectadores. O serviço também está ligado à rede social Twitter.

Para acessar a Web TV, basta entrar no endereço

http://www.tvbrasil.org.br/

"Sustentáculos" estreia nesta segunda na TV Brasil


Sustenta o quê? É o primeiro episódio da série “Sustentáculos”, que estreia na TV Brasil nesta segunda-feira (26/04), às 20h30. “O que estamos fazendo aqui e agora sem detonar os recursos para quem vem depois?” e “O que é essa tal de sustentabilidade?” Estas são algumas das indagações do apresentador Felipe Aragonez e que o Sustentáculos irá responder ao longo do programa.

A primeira história vai falar da experiência do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Instituto Ipê), um dos mais respeitados no Brasil na área de sustentabilidade, fundado pelo biólogo Claudio Pádua.

A apresentadora Marina Thomé foi até ao Pontal Paranapanema, no interior paulista, para conversar com o biólogo sobre a preservação do Mico Leão Preto, considerado extinto de 1905 até 1970. Já o apresentador Caio Braz mostra um grupo de rappers carioca que trabalha em um projeto de violência contra a mulher. O programa vai mostrar que a sustentabilidade começa a partir das relações. Os entrevistados são o MC Fabio ACM e MC Kamikase.

A série contará com 36 episódios, cada um com a tarefa de contemplar aspectos diferentes do tema. A atração do dia 03 de maio será “Você é o que come” e vai tratar da questão da alimentação.