Pages

Mostrando postagens com marcador Cotidiano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cotidiano. Mostrar todas as postagens

Produtor tentou barrar apresentação de Charlie Sheen no Emmy

O criador e produtor da série "Two and a Half Men", Chuck Lorre, tentou impedir que Charlie Sheen subisse ao palco do Emmy Awards neste domingo, informa o site Deadline.

Lorre demitiu Sheen de sua série no início deste ano depois que o ator o ofendeu publicamente.

Segundo o site, o produtor pressionou a organização do Emmy para que a aparição surpresa de Sheen fosse cancelada. Ele temia que o ator voltasse a confrontá-lo ao vivo ou constrangesse os atores ligados à série ou a outras produções de Lorre.


Mario Anzuoni/Reuters
Charlie Sheen apresenta prêmio de melhor ator em série de comédia no Emmy Awards neste domingo
Charlie Sheen apresenta prêmio de melhor ator em série de comédia no Emmy Awards neste domingo


Em apoio a Lorre, o presidente da área televisiva da Warner, que produz "Two and a Half Men", entrou em contato com o presidente da Fox --responsável pela transmissão da festa-- para insistir que Sheen não participasse da cerimônia.

Sheen foi convidado para apresentar o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia, na qual competiam dois atores da outra série de sucesso de Lorre, "The Big Bang Theory". Um deles, Jim Parsons, foi o vencedor.

Antes de entregar o prêmio, Sheen desejou "o melhor" à série em sua nova temporada, que estreia hoje nos Estados Unidos. "Passamos oito anos juntos e sei que vocês farão o melhor", disse.

"Assim, amigos, é como você começa a pavimentar seu caminho de volta à TV", brincou nesta segunda-feira o site E! Online.

Assassinato de juíza Patrícia Acioli foi planejado um mês antes

Sinais de celulares captados por antenas e imagens de câmeras de segurança mostram que o assassinato da juíza Patrícia Acioli foi planejado com um mês de antecedência. As informações são do programa "Fantástico", da Rede Globo.


Efe
A juíza Patrícia Acioli, assassinada em 11 de agosto
A juíza Patrícia Acioli, assassinada no dia 11 de agosto


Sete câmeras permitiram que a polícia refizesse o trajeto percorrido pela juíza na noite de sua morte. As imagens mostram que desde que Patrícia deixou o Fórum de São Gonçalo, no dia 11 de agosto, foi perseguida por uma motocicleta ocupada por dois homens, com o farol apagado em alguns trechos.

Pelas imagens também é possível deduzir que, após concluírem que a juíza ia mesmo para casa, os perseguidores deixaram de segui-la e se dirigiram ao local antes dela.

A investigação da polícia descobriu marcas de pneu de bicicleta atrás de um dos carros que estavam estacionados na entrada da casa. Quando Patrícia se aproximou da garagem, os assassinos apareceram e alvejaram o automóvel.

A juíza foi atingida por 21 tiros. A necrópsia mostra como causa da morte ferimentos no pescoço e no tronco.

A polícia ainda analisou os dados de mais de três milhões de celulares que passaram entre o fórum e a casa de Patrícia em um mês, para provar que o crime foi planejado com cuidado.

A história teria começado no dia 3 de julho, segundo a polícia, quando Diego da Conceição Beliene, 18, foi morto por PMs de São Gonçalo. O caso foi registrado como auto de resistência, mas as investigações desfizeram essa tese.

Oito policiais envolvidos na morte, passaram a temer que a juíza expedisse um mandado de prisão contra eles. Entre eles, os três agora acusados pela morte de Patrícia: o tenente Daniel Santos Benitez Lopes e os cabos Jeferson de Araújo Miranda e Sérgio Costa Júnior.

Segundo a investigação da polícia, no dia do assassinato da juíza, antenas de empresas de telefonia captaram os sinais dos celulares de Lopes e Costa Júnior no fórum de São Gonçalo, mas antes das 23h, os telefones foram desligados e religados cerca de meia hora após a execução.

A polícia passou a rastrear os dados dos celulares dos PMs nos dias anteriores ao crime e descobriu que os três estiveram juntos no endereço da casa da juíza, na rua dos Corais, em Piratininga, Niterói.

O delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, afirma que está provado que os policiais são autores do homicídio. Em depoimento, Lopes e Miranda negaram a acusação e Costa Júnior se recusou a falar.


Editoria de arte/Folhapress

Barracão da Mangueira pega fogo no Rio


Um novo incêndio atingiu a Cidade do Samba na manhã desta terça-feira. Bombeiros do quartel central do Rio de Janeiro foram deslocados para o barracão da Mangueira para controlar as chamas.

As primeiras informações dão conta de que o incêndio é de pequena proporção, e não teria feito grandes estragos no barracão.