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Demorou 75 anos, mas filme da Mulher-Maravilha chega no melhor momento possível



Por Natalia Engler do UOL

Era dezembro de 1941 quando a Mulher-Maravilha invadiu o mundo masculino dos quadrinhos e se tornou um sucesso imediato, alcançando 10 milhões de leitores em apenas três anos. Com as HQs, animações e a clássica série de TV protagonizada por Lynda Carter, a princesa das Amazonas conquistou com facilidade seu posto ao lado de Superman e Batman, formando a tríade dos principais heróis da DC Comics.

Ao longo de mais de 75 anos, ela manteve seu lugar de destaque na cultura pop mundial, a ponto de ser eleita pela revista Entertainment Weekly no ano passado como a mais poderosa entre todos os super-heróis — por sua originalidade (foi a primeira heroína não derivada de um herói masculino), força física, personalidade, mitologia e, principalmente, impacto cultural.

Afinal, não é para qualquer uma ser o principal símbolo de independência e força para pelo menos metade da população mundial, copiada de fantasias do Halloween norte-americano ao Carnaval brasileiro, e amada por meninas — e meninos - do mundo todo.

E tudo isso com uma grande desvantagem em relação a seus colegas da DC: se Batman e Superman já tiveram seus nomes no título de 15 longas, no total, até este dia 1º de junho de 2017, a Mulher-Maravilha não tinha um filme para chamar de seu.

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