
A gente não combina, esse é um fora clássico, é possível ouvir ele mais de uma vez na vida e em várias situações por pessoas diferentes. A grande verdade é que as pessoas não são criativas quando vão dispensar alguém, usam sempre os mesmos lugares comuns, tipo, não é você, sou; quero ficar sozinho; estou um pouco confuso, preciso pensar; você chegou no momento errado; somos amigos; é apenas amizade; não confunda as coisas - e uma que eu adoro é - eu não estou acreditando em você, só pode ser mentira – claro, é apenas uma forma de ganhar tempo e vencer o cara pelo cansaço.
Um dia o cara cansa e vai embora, toma abuso, perde a paciência, quando não é muito grosso, conserva a amizade, se for uma pouco rude, nunca mais volta a falar e fica magoado com a pessoa que não o quis, sem necessidade, pois ninguém é obrigado a nos querer ou gostar de nós, as pessoas são livres.
A gente nunca é sincero ou é sincero demais, dizemos muito o famoso não dá certo, tem outra ótima - eu sou complicada demais, você não iria agüentar conviver comigo – algumas são egocêntricas, outras egoístas demais, mas no fundo todas querem apenas dizer - olha, nem tente, caia fora – é melhor ouvir isso do que ouvir algo mais violento .
Não sei se a realidade nua crua seja o melhor ou se um pouco de ilusão cairia bem, mas a grande verdade é que não podemos deixar algo que não queremos viver seguir adiante, iremos nos enrolar e machucar a outra pessoa, melhor mesmo dizer, mesmo que de forma sutil e agradável, a nossa posição e disposição, por isso criamos esses lugares comuns, todas essas formas deixar claro o nosso sentimento e nossa vontade sem culpar o outro.
Claro, sem colocar a culpa no outro, seria violento demais dizer na lata, na bucha, olha, você não é o meu tipo, você é feio, não gosto de você, sempre a culpa é nossa que estamos dispensando ou da vida que não nos tornou semelhantes, tipo – não daria certo, somos diferentes, estou querendo ficar sozinha, preciso de um tempo comigo mesmo, você é legal, gosto de você, mas acho que num é hora pra isso – entre outras e mais as outras sem fim, os foras e a lista segue infinita.
A gente tem interesses particulares, nunca vamos admitir isso, mas é a nossa grande verdade, gostamos de determinadas pessoas, sim existe um tipo com o qual nos identificamos, um tipo que preenche os requisitos, em níveis culturais, sociais, profissionais, econômicos, físicos, não podemos negar isso, e claro, quem leva o fora não pode mesmo se sentir culpado, pois ninguém é obrigado a gostar de nós ou fazer um esforço e forçar a si mesmo para nos suportar, isso realmente não funciona.
Realmente tenho que admitir, não se pode mandar em nosso coração, a gente não escolhe de quem gostar, a gente gosta, se apaixona e pronto, viva, aconteceu, claro, existem pessoas que tentam e conseguem, fica-se sempre naquela dualidade, o amor acontece ou é uma construção? Acreditamos que sejam as duas coisas, pode acontecer como pode ser edificado.
A vida é assim, a gente perde aqui, perde ali, vai perdendo, um dia a gente perde outra vez, fazer o quê?
Um dia o cara cansa e vai embora, toma abuso, perde a paciência, quando não é muito grosso, conserva a amizade, se for uma pouco rude, nunca mais volta a falar e fica magoado com a pessoa que não o quis, sem necessidade, pois ninguém é obrigado a nos querer ou gostar de nós, as pessoas são livres.
A gente nunca é sincero ou é sincero demais, dizemos muito o famoso não dá certo, tem outra ótima - eu sou complicada demais, você não iria agüentar conviver comigo – algumas são egocêntricas, outras egoístas demais, mas no fundo todas querem apenas dizer - olha, nem tente, caia fora – é melhor ouvir isso do que ouvir algo mais violento .
Não sei se a realidade nua crua seja o melhor ou se um pouco de ilusão cairia bem, mas a grande verdade é que não podemos deixar algo que não queremos viver seguir adiante, iremos nos enrolar e machucar a outra pessoa, melhor mesmo dizer, mesmo que de forma sutil e agradável, a nossa posição e disposição, por isso criamos esses lugares comuns, todas essas formas deixar claro o nosso sentimento e nossa vontade sem culpar o outro.
Claro, sem colocar a culpa no outro, seria violento demais dizer na lata, na bucha, olha, você não é o meu tipo, você é feio, não gosto de você, sempre a culpa é nossa que estamos dispensando ou da vida que não nos tornou semelhantes, tipo – não daria certo, somos diferentes, estou querendo ficar sozinha, preciso de um tempo comigo mesmo, você é legal, gosto de você, mas acho que num é hora pra isso – entre outras e mais as outras sem fim, os foras e a lista segue infinita.
A gente tem interesses particulares, nunca vamos admitir isso, mas é a nossa grande verdade, gostamos de determinadas pessoas, sim existe um tipo com o qual nos identificamos, um tipo que preenche os requisitos, em níveis culturais, sociais, profissionais, econômicos, físicos, não podemos negar isso, e claro, quem leva o fora não pode mesmo se sentir culpado, pois ninguém é obrigado a gostar de nós ou fazer um esforço e forçar a si mesmo para nos suportar, isso realmente não funciona.
Realmente tenho que admitir, não se pode mandar em nosso coração, a gente não escolhe de quem gostar, a gente gosta, se apaixona e pronto, viva, aconteceu, claro, existem pessoas que tentam e conseguem, fica-se sempre naquela dualidade, o amor acontece ou é uma construção? Acreditamos que sejam as duas coisas, pode acontecer como pode ser edificado.
A vida é assim, a gente perde aqui, perde ali, vai perdendo, um dia a gente perde outra vez, fazer o quê?
@RonaldoMagella

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