
O título desta nota seria realizável se Silvio soubesse realmente administrar o SBT.
Mas ele não sabe, não tem a menor idéia de como fazer isso.
Ele trabalha com a impetuosidade e não com a estratégia.
Dá, sim, para pagar a dívida de 29 milhões por mês, gerada pelo rombo em seu banco, apenas com um futuro lucro do SBT.
Mas para isso, teria que ser o SBT dirigido por estratégia e não pelo estômago ou fígado ou seja lá pelo que for.
Lá no SBT o que menos existe é meta de lucratividade.
E nisso Justus estava certo quando declarou na gravação do programa de Gabi que Silvio não sabe administrar o SBT.
Aquela portentosidade de construção não gera ibope e não gera lucratividade para o dono da emissora.
Aquela portentosidade não gera trabalho dimensionado para o lucro.
Agora Silvio se comprometeu a pagar 29 milhões por mês para o Fundo Garantidor de Crédito, que salvou seu banco da insolvência.
Vou dar um exemplo para vocês.
Eu critico muito a qualidade e a programação da TV Band, que é sem consistência e sem atrativo.
Mas nunca neguei que Johnny Saad, o dono, trabalha de forma bem comercial.
Johnny fatura com evangélicos perto de 11 milhões por mês.
Isto não é desprezível.
Os evangélicos na TV e no rádio são uma realidade e devem ser entendidos desse modo.
Mesmo vendendo horários para eles, Johnny Saad poderia ter uma programação razoável.
Se não tem é porque sua direção de programação não acerta a programação.
O SBT tem um potencial de lucratividade muito maior que a TV Band, inclusive já teve potencial maior que a Record.
Silvio lançou o Casa dos Artistas e depois parou por causa da briga judicial com a Globo, mas não teve criatividade para criar uma fazenda ao invés de uma casa, que era o formato da Globo.
Silvio não permite que nada se crie no SBT.
Só permite que aconteçam programas que ele cria ou ele compra se baseando em seu instinto, coisa que não funciona faz muito tempo.
O SBT tem toda capacidade de pagar os 29 milhões mensais assumidos por Silvio Santos.
Desde que não seja mais dirigido por Silvio Santos.
Pelo jornalista James Akel, e postado em seu blog

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