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Morre apresentador Luiz Carlos Alborghetti, o precursor do Ratinho

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O jornalista e radialista Luiz Carlos Alborghetti morreu nesta quarta-feira (9), em um hospital de Curitiba, aos 64 anos, de câncer no pulmão.

Alborghetti começou sua carreira nos anos 70, na rádio de Londrina, no Paraná. Ele fez sucesso com o programa Cadeia, no qual narrava os crimes da cidade.

O programa foi transferido para a televisão e, no começo dos anos 80, passou a ser transmitido para o Estado do Paraná inteiro.

O jornalista também fez carreira na política e foi vereador e deputado estadual no Paraná. Teve seu programa exibido nas emissoras CNT e Gazeta.

Alborghetti ficou conhecido por seu estilo truculento e agressivo de apresentação, que incluía porretadas na bancada do estúdio e vários palavrões. Tal performance o transformou em ícone do jornalismo policial popularesco hoje copiado em parte por outros apresentadores em todo o Brasil.

O Ratinho foi um dos aprendizes dele, ele era repórter dele e se insperou no estilo de Alborghetti, esse aliás que usou primeiro o porrete.

Para quem não sabe, apresentava os clássicos programas Cadeia Nacional e Cadeira sem censura.

Frases famosas
“Bandido bom é bandido morto!”
“Cadeia nele já!”
“Bandido é bandido, malandragem! E bandido você tem que mandar matar!”
“Um beijo na sua alma!”
“Tá mais quebrado(a) que arroz de terceira!”
“Eu não fui desmamado com garapa!”
“Não tem que construir mais cadeias! Tem que construir mais cemitérios!”
“Tá com pena dele? Leva pra tua casa! Põe pra dormir na tua cama!” (frase dirigida a defensores dos direitos dos bandidos)
“Vamos tirar a máscara e lavar a cara!”
“Falsos profetas, falsos moralistas!” (para os supostos defensores dos direitos humanos)
“Cadeia pra vocês, vagabundos!”
“Vai sentar na tromba do elefante!”

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