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Corpo do ator Adeílton Pereira, a 'Biuzinha', é velado em João Pessoa

O ator e a personagem Adeilton Pereira e Biuzinha Priqui, ambos deixam saudades


O corpo do ator Adeílton Pereira Dias está sendo velado no Centro Cultural de Mangabeira desde a noite da quinta-feira (18). O velório estava programado para começar às 17h, mas houve um atraso na liberação do corpo, que só chegou ao local à noite. O ator morreu na manhã da quinta-feira no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O enterro deve acontecer nesta sexta-feira (19), às 16h, no cemitério Parque das Acácias.

Adeílton Pereira tinha 49 anos e estava internado na unidade desde o sábado (13). Ele fez a personagem "Biuzinha Priqui", do espetáculo de humor Pastoril Profano, da Cia Paraibana de Comédia. A carreira do artista começou em 1980.

"Se as pessoas quiserem levar uma lembrança, uma foto tirada com ele, a gente quer fazer um grande painel com esse material", pediu o amigo e ator Edilson Alves. "A gente quer um velório diferente, um velório alegre: é assim que ele era", justificou.

Biuzinha Priqui


Adeílton estava internado no Hospital de Trauma de João Pessoa depois de ter sofrido um acidente doméstico seguido de paradas cardíacas, em um condomínio na capital paraibana, segundo amigos.
Edílson Alves, que também faz parte da Cia Paraibana de Comédia, disse  no perfil dele que “por volta das 17h do sábado, Adeílton Pereira (Biuzinha) sofreu uma queda na escada do seu condomínio e teve duas paradas cardíacas. Ao chegar no hospital, sofreu a terceira parada cardíaca”.

Adeílton foi encaminhado no fim da tarde do sábado para o Hospital Ortotrauma de Mangabeira, o Trauminha, em João Pessoa. Porém, devido à gravidade do estado de saúde, foi transferido para o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, onde deu entrada por volta das 22h20 com um quadro de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVCH).

De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Trauma, os médicos neurologistas informaram que Adeílton Pereira teve um quadro de sangramento cerebral difuso e, por isso, ficou internado na ala vermelha do hospital, entubado. Entretanto, os médicos não souberam informar se o AVCH ocorreu antes ou após o acidente doméstico.

De acordo com a página de Biuzinha no Facebook, a personagem nasceu dentro do espetáculo Pastoril Profano, em 1983. Com o tempo, ela foi parar na televisão, fazendo participações em programas de auditório e apresentando um quadro de humor em uma emissora local. Biuzinha é conhecida por suas piadas de duplo sentido, peruca verde e risada marcante.

Biuzinha Priqui era personagem do grupo de teatro Pastoril Profano (Foto: Edilson Alves/Divulgação)

Morre ator Adeílton Pereira Dias, nossa eterna Biuzinha Priqui em João Pessoa

Biuzinha Priqui, grande ícone do humor paraibano, uma paixão estadual


Morreu na manhã desta quinta-feira (18) no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa o ator Adeílton Pereira Dias. Ele tinha 49 anos e estava internado na unidade desde o sábado (13). A informação foi divulgada em um boletim da unidade hospitalar emitido às 11h. Adeílton fez a personagem "Biuzinha Priqui", do espetáculo de humor Pastoril Profano, da Cia Paraibana de Comédia.
Segundo o ator e amigo de Adeílton, Edilson Alves, o velório vai acontecer no Centro Cultural de Mangabeira. "Se as pessoas quiserem levar uma lembrança, uma foto que tirou com ele, a gente quer fazer um grande painel com esse material", pede ele. "A gente quer um velório diferente, um velório alegre: é assim que ele era", justifica Edilson.

Biuzinha Piqui e Pupa Dias no programa Feminissima 

O ator estava internado  no Hospital de Trauma de João Pessoa depois de ter sofrido um acidente doméstico seguido de paradas cardíacas, em um condomínio na capital paraibana, segundo amigos. O ator Edílson Alves, que também faz parte da Cia Paraibana de Comédia, disse em seu perfil que “por volta das 17h do sábado, Adeílton Pereira (Biuzinha) sofreu uma queda na escada do seu condomínio e teve duas paradas cardíacas. Ao chegar no hospital, sofreu a terceira parada cardíaca”.

Adeílton foi encaminhado no fim da tarde do sábado para o Hospital Ortotrauma de Mangabeira, o Trauminha, em João Pessoa. Porém, devido à gravidade do estado de saúde, foi transferido para o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, onde deu entrada por volta das 22h20 com um quadro de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVCH).

Biuzinha, Marcelle Mosso, Pupa Dias, Gretchen e Laura Luna no programa Feminissima


De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Trauma, os médicos neurologistas informaram que Adeílton Pereira teve um quadro de sangramento cerebral difuso e, por isso, ficou internado na ala vermelha do hospital, entubado. Entretanto, os médicos não souberam informar se o AVCH ocorreu antes ou após o acidente doméstico.

De acordo com a página de Biuzinha no Facebook, a personagem nasceu dentro do espetáculo Pastoril Profano, em 1983. Com o tempo, ela foi parar na televisão, fazendo participações em programas de auditório e apresentando um quadro de humor em uma emissora local. Biuzinha é conhecida por suas piadas de duplo sentido, peruca verde e risada marcante.

Ator faz a personagem Biuzinha Priqui do grupo de teatro Pastoril Profano (Foto: Reprodução/Fabebook)Ator fazia a personagem Biuzinha Priqui do grupo de teatro Pastoril Profano (Foto: Reprodução/Fabebook)

Cauby Peixoto morre aos 85 anos em São Paulo



O cantor Cauby Peixoto morreu na noite deste domingo (15), aos 85 anos, em São Paulo. O fã-clube oficial do cantor informou que a morte foi por volta das 23h50. As causas da morte ainda haviam sido divulgadas até a publicação desta reportagem. O artista estava internado devido a uma pneumonia, desde o dia 9 de maio, no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo.

No dia 9 de abril, Cauby Peixoto tinha um show marcado em Vila Velha, Espírito Santo, mas o espetáculo foi adiado porque o artista se sentiu mal.

Cauby Peixoto, que estava em turnê pelo Brasil com a cantora Angela Maria, se apresentou ao lado da artista no dia 03 de maio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Na ocasião, Rafael Cortez, repórter do Vídeo Show, entrevistou o cantor. Assista aqui.

A turnê comemorava 60 anos da carreira de cada um dos artistas. No repertório, sucessos como “Vida da bailarina”, “Cinderela”, “Gente humilde”, “Bastidores”, “Babalu” e “Conceição”.

Carreira

Nascido em Niterói (RJ), Cauby Peixoto Barros iniciou a carreira no início da década de 1950 se apresentando em programas de calouros como a "Hora dos comerciários", na Rádio Tupi. Gravou o primeiro disco pelo selo Carnaval em 1951 com o samba "Saia branca", de Geraldo Medeiros e a marcha "Ai, que carestia!", de Victor Simon e Liz Monteiro. Em 1952, transferiu-se para São Paulo onde cantou nas boates Oásis e Arpége, além de apresentar-se na Rádio Excelsior.

Sua capacidade de interpretar canções em inglês impressionou o futuro empresário Di Veras, que lhe criou aos poucos uma estratégia de marketing da qual fazia parte a maneira de se trajar, o repertório e atitudes nos palcos. Em 1953, gravou dois discos pelo selo Todamérica com os sambas-canção "Tudo lembra você", de Marvel, Strachey, Link e Mário Donato; "O teu beijo", de Sílvio Donato e "Ando sozinho", de R. G. de Melo Pinto e Hélio Ramos e a toada-baião "Aula de amor", de Poly e José Caravaggi, com acompanhamento de Poly e seu conjunto.

Ainda nesse ano, assinou contrato com a gravadora Columbia na qual estreou no ano seguinte com o samba "Palácio de pobre", de Alfredo Borba e José Saccomani e a marcha "Criado mudo", de Alfredo Borba. Em seguida, fez sucesso com o slow-fox "Blue gardênia", de B. Russel e L. Lee com versão de Antônio Carlos, música tema do filme de Hollywood de igual título, que lhe abriu as portas para o estrelato.

Não demorou muito para o cantor se transformar em ídolo do rádio. Entrou para o elenco da Rádio Nacional e dois anos depois, já era o cantor mais famoso do rádio, substituindo o fenômeno Orlando Silva de 20 anos antes, passando a ser perseguido pelas fãs em qualquer lugar onde estivesse.

Muitas vezes, chegava a ter suas roupas rasgadas pelas admiradoras mais veementes. Ainda em 1954, gravou também os sambas-canção "Só desejo você", de Di Veras e Osmar Campos Filho e "Triste melodia", de Chocolate e Di Veras e a marcha "Daqui para a eternidade", de R. Wells, F. Karger e Lourival Faissal.

Em 1955, lançou "Blue gardênia", seu primeiro LP no qual interpretou entre outras, a música título; "Triste melodia", de Di Veras e Chocolate; "Um sorriso e um olhar", de Di Veras e Carlos Lima; "Sem porém nem porque", de Renato César e Nazareno de Brito e "Final de amor", de Cidinho e Haroldo Barbosa. Ainda em 1955, foi escolhido pelo crítico Silvio Túlio Cardoso através da coluna "Discos populares" escrita por ele para o jornal O Globo como o "melhor cantor do ano" recebendo como prêmio um "disco de ouro" entregue em cerimônia no Goldem Room do Copacabana Palace.

Em meados dos anos 1950, fez excursões aos Estados Unidos, onde gravou várias faixas com o nome Ron Coby, tentando uma carreira internacional que acabou não acontecendo, apesar de ter gravado com um dos grandes maestros da época, Percy Faith.

Morre atriz Ada Chaseliov aos 63 anos na madrugada desta terça-feira

Ada Chaseliov tinha 63 anos e lutava contra um linfoma (Foto: Facebook/ Arquivo pessoal)

A atriz Ada Chaseliov, de 63 anos, morreu na madrugada desta terça-feira (27) em São Paulo. Ela morava no Rio, mas estava internada havia um mês no Hospital Sírio Libanês, tratando de um linfoma.

Ada começou na televisão contracenando com a atriz Rosa Maria Murtinho no seriado “Do outro lado do túnel”, em 1983. O último trabalho na TV Globo foi em 2013, na novela “Amor à vida”, quando interpretou uma juíza.

Ada fez papéis marcantes na televisão, como a Leonor, da série “A Muralha”, uma vilã com uma deformidade e que era apaixonada por D. Jerônimo, personagem de Tarcísio Meira. Ada também participou das novelas Cheias de Charme, Passione, Sete Pecados, Paraíso Tropical, Belíssima e de outras tramas.

No cinema, Ada interpretou Olga Prestes em “Memórias do Cárcere”.

No teatro, a atriz se consagrou atuando em musicais. Ela participou de “O Abre Alas”, “Cole Porter”, “Opera do Malandro”, “A Noviça Rebelde” e, mais recentemente, em “Gypsy – O Musical”.

O falecimento de Ada foi divulgado pela atriz Thalita Lippi, que foi enteada da atriz, em sua conta no Twitter. A atriz teve somente uma filha, Mila, com o diretor de cinema Ney Sant'Anna.

Corpo de Betty Lago será cremado nesta segunda-feira (14)

Crédito: Vicente di Paulo/GNT. Atriz Betty Lago.
Crédito: Vicente di Paulo/GNT. Atriz Betty Lago
O corpo  da atriz e ex-modelo Betty Lago será cremado nesta segunda-feira, 14, às 17h, na Capela 6 do Memorial do Carmo, no centro do Rio de Janeiro. Ela morreu neste domingo, 13, e lutava contra um câncer na vesícula há cerca de três anos e chegou a se submeter a uma cirurgia em março de 2012.
Conhecida pelo bom humor e classe, Betty Lago começou na carreira artística como modelo e depois migrou para a TV. A última novela dela foi “Pecado Mortal”, da Rede Record, em 2013. Na época, a atriz chegou a comemorar a cura do câncer, que reapareceu em março de 2015.
Betty, que estreou como atriz há mais de duas décadas após uma bem-sucedida carreira como modelo no exterior por 15 anos, nunca escondeu de ninguém que enfrentava a doença. Quase sem cabelo  por conta do tratamento do câncer, ela continuou com a sua rotina. Confiante e otimista, foi fotografada várias vezes passeando sorridente na companhia de amigos com a cabeça raspada.

B.B. King, o 'Rei do Blues', morre aos 89 anos nos Estados Unidos

Em foto de abril de 2006, B.B. King completou 10 mil shows e comemorou em clube de Nova York (Foto: AP Photo/Richard Drew, File)


No início de abril, o guitarrista havia sido hospitalizado após sofrer uma desidratação por causa da diabetes tipo 2 da qual sofria há mais de 20 anos. Ele voltou a ser internado há poucos dias.

A lenda se despede com 16 prêmios Grammy, mais de 50 discos em quase 60 anos de carreira e músicas que marcaram época, como “Three o’clock blues”, “The thrill is gone”, “When love comes to town”, “Payin’ the cost to be the boss”, “How blue can you get”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, “You don't know me”, “Please love me” e “You upset me baby”.

Considerado o maior guitarrista de blues da atualidade, verdadeira lenda. Riley B. King, nasceu em 16 de setembro de 1925, no Mississippi, nos Estados Unidos. Sua infância foi parecida com a de milhares de meninos negros, trabalhadores agrícolas nas grandes plantações de algodão do sul segregacionista.

Tocava nas esquinas e em bares. Comprou o primeiro violão quando a falta de eletricidade no interior do país fazia dos instrumentos musicais a maior atração dos anos de 1940.

O músico foi autodidata, nunca teve professor convencional. Gostava de ser seduzido pelas melodias. Mas teve teve a sorte de contar durante a adolescência com o apoio protetor de Bukka White, seu primo. Este guitarrista, muito renomado na região, deu as dicas de guitarra ao futuro gênio e o levou a descobrir a grande cidade da música, Memphis, para onde se mudou em 1947.

O futuro B.B. King passou a conviver com Sonny Boy Williamson (Rice Miller), Robert Lockwood Jr, Bobby "Blue" Bland e tocava regularmente na Beale Street, onde mais tarde abriu um clube com seu nome, a "Broadway" da música negra nos Estados Unidos.

Sua carreira ganhou novo fôlego em 1949 ao ser contratado como DJ de uma rádio, onde ganhou o apelido que o eternizou, Blues Boy, ou B.B.

Seu primeiro grande sucesso nacional foi “Three o'clock blues”, que estourou nos anos 1950. A partir daí começou a fazer turnês sem parar. Só no ano de 1956 sua banda chegou a fazer 342 apresentações.

B.B. King criou um estilo autêntico de guitarra. Em seus solos, ao contrário de outros guitarristas, o Rei do Blues preferia usar poucas notas. Ele dizia que conseguia fazer uma nota valer por mil.

Paixão era a guitarra

Ele tinha verdadeira paixão por seus instrumentos. Tanto que enfrentou um incêndio durante um show para salvar uma de suas guitarras. O fogo teria começado numa disputa entre dois rapazes por uma garota. Depois desse episódio suas guitarras passariam a ser carinhosamente chamadas de “Lucille”, o nome da jovem.

A fama de suas guitarras ganhou o mundo. Em 1997, King presenteou o papa João Paulo II com uma “Lucille”, no Vaticano.

Em 2012, fez parceria inesperada com o presidente americano Barack Obama, durante um show de blues na Casa Branca.

Em outubro de 2014, o guitarrista precisou abandonar um espetáculo em Chicago, diante de um quadro de desidratação e esgotamento, o que provocou a suspensão do restante da turnê, que ainda tinha 8 shows programados.

Aos 86 anos, ainda fazia cerca de 100 apresentações por ano. O último show no Brasil ocorreu em 2012, em São Paulo. Antes, se apresentou no Rio de Janeiro e em Curitiba.

Influente

Considerado um dos artistas mais influentes de todos os tempos, seu talento inspirou outros grandes guitarristas, como Stevie Ray Vaughan, Jeff Beck, Jimi Hendrix, George Harrison, Buddy Guy e Eric Clapton.

B.B. King ganhou diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The thrill is gone”; melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There must be a better world somewhere”; melhor gravação de blues, em 1983, com “Blues’N jazz”, e, em 1985, com “My guitar sings the blues”. Em 1970, "Indianola Mississippi Seeds" concede-lhe o Grammy de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. o nomeou “embaixador das guitarras Gibson no mundo”.

King se casou duas vezes. Primeiro com Martha Lee Denton, com quem viveu entre 1946 e 1952; e, depois com Sue Carol Hall, entre 1958 e 1966. O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.

Morre aos 89 anos Jorge Loredo, o Zé Bonitinho



O ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, de 89 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (26), segundo informações da GloboNews. Ele estava internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, desde o dia 3 de fevereiro na Unidade de Terapia Intensiva.

 Em nota, a assessoria de imprensa do hospital informou que Loredo estava internado no hospital desde o dia 3 de fevereiro e que a partir do dia 13 foi mantido na Unidade Cardio Intensiva. "Loredo lutava há anos contra uma Doença Pulmunar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave e um Efisema Pulmunar", disse o texto. A causa da morte foi falência múltipla dos órgãos.

 Apesar da idade, até dois anos atrás o humorista continuava trabalhando e usando as redes sociais para falar com os fãs e divulgar sua agenda de shows.

"Zé Bonitinho", o perigote das mulheres, como o personagem de Loredo se apresentava nos esquetes de humorísticos, fez parte do enredo "Beleza pura?" da escola de samba União da Ilha, que teve como enredo a beleza em suas várias interpretações. "Zé Bonitinho" se achava um galã irresistível, sempre ajeitando a cabeleira com um pente enorme, tão grande quanto seus óculos escuros.

 Jorge Loredo nasceu em 7 de maio de 1925 (completa 90 anos em 2015) foi criado em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A infância e a juventude foram marcadas por doenças graves para a época: aos 12 anos, com com osteomielite na perna, sofria de dores constantes. Aos 20 anos, com tuberculose, foi internado num sanatório, situação que acabou por lhe abrir as portas para a carreira. Incentivado pelos médicos, participou de um grupo teatral no hospital e descobriu sua vocação para os palcos.

 O personagem “Zé Bonitinho” foi criado por Loredo, inspirado num colega que se achava um grande galã. Loredo costumava imitá-lo nas festas, arrancando gargalhadas. “Zé Bonitinho” estreou na televisão em 1960 no programa “Noites Cariocas”, exibido pela extinta TV Rio, com os primeiros textos roteirizados por Chico Anysio.

 Em 2010, ano em que completou 50 anos, “Zé Bonitinho” continuava na TV, no humorístico “A praça é nossa”. O irresistível "Zé Bonitinho" tinha bordões inesquecíveis, que Loredo repetiua com a voz impostada de um conquistador: "Câmera, close; microfone, please", ou "Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz!".

 No final dos anos 50, Loredo já era famoso com o mendigo filósofo que interpretava na TV Rio no programa “Rio cinco para as cinco’ e depois na “A praça é nossa”, com Manoel de Nóbrega a quem o mendigo se apresentava com o bordão "Como vai, meu nobre colega?". O personagem usava fraque e cartola, bem esfarrapados, monóculo e luvas. O figurino, segundo contava Loredo, foi tirado de um filme de Charles Laugthon que fazia o papel de um mendigo aristocrata.

 O personagem surgiu por ideia de sua mãe, que na infância conhecera um mendigo elegante que ia à sua casa pedir comida, mas queria uma mesa montada na garagem com toalha de renda e tudo.

 O mendigo filósofo fez tanto sucesso que Loredo teve como padrinho de casamento o ex-presidente Juscelino Kubistcheck. O que lhe valeu um bordão famoso. Ele terminava o quadro do mendigo dizendo: “Agora vou encontrar com aquele menino, o Juscelino...”.

 Criou outros tipos: um italiano que não podia ver televisão porque queria quebrá-la, o profeta Saravabatana que andava com uma cobra que dava consultas a mulheres, e o professor de português que tinha a voz do Ary Barroso.

Hugo Carvana morre aos 77 anos



O cineasta e ator Hugo Carvana morreu neste sábado (4) aos 77 anos no Rio. De acordo com o hospital em que Carvana estava internado desde o último domingo (28), em Botafogo, na Zona Sul, ele teve complicações causadas por um câncer no pulmão. O velório será neste domingo (5) a partir das 9h, no Parque Lage, no Jardim Botânico. O corpo será cremado na segunda-feira (6), em cerimônia fechada para a família no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária.

Ao longo da carreira, iniciada em 1955, Hugo Carvana ficou marcado por retratar o típico "malandro carioca" em suas comédias de costumes. Foi ator de mais de 50 filmes. Dentre as produções que dirigiu, estão "Vai trabalhar, vagabundo" (1973), "Se segura, malandro" (1977), "Bar Esperança, o último que fecha" (1982), "O homem nu" (1996), "Casa da mãe Joana" (2007) e "Não se preocupe, nada vai dar certo" (2009). "Ele não era somente um ator extraordinário, mas diretor, um intelectual que pensava o Brasil. É uma coincidência triste: Carvana era como José Wilker, um autor, pensava as coisas do Brasil, do cinema, tinha interesse grande pelo estado do mundo”, disse o cineasta e grande amigo Cacá Diegues, lembrando a morte do também ator e diretor José Wilker, em 5 de abril passado (veja a repercussão da morte de Hugo Carvana).

Homenagem no Festival do Rio No último sábado (27), o Festival do Rio realizou uma sessão especial de "Vai trabalhar, vagabundo", com cópia restaurada. Os quatro filhos de Hugo Carvana – todos com a jornalista e agora viúva Martha Alencar – estavam presentes: Júlio, Cacala, Rita e Pedro Carvana. Devido à saúde debilitada, o cineasta não pôde comparecer. "Em nome da família a gente quer agradecer às manifestações dos amigos. O Carvana é um e diretor fundamental para nossa cultura. O Carvana lutou o quanto pode e essa semana infelizmente ele partiu. A homenagem do Festival do Rio foi uma benção. Recuperaram o negativo do primeiro filme dele dirigido em 54. O filme vai passar amanhã [domingo] em Guadalupe. É uma bela homenagem a ele. Ele tava muito feliz com essa edição do festival", disse Julio Carvana, um dos filhos, no hospital.

Na TV Globo, atuou também em novelas como "Corpo a corpo" (1984), "Roda de fogo" (1986), "O dono do mundo" (1991), "De corpo e alma" (1992), "Fera ferida" (1993), "Celebridade" (2003) e "Paraíso tropical" (2007). Um de seus papéis mais conhecidos foi o do repórter policial Valdomiro Pena, do seriado "Plantão de polícia" (1979-1981).

Seu último trabalho como diretor foi "Casa da mãe Joana 2" (2013). Como ator, fez parte do elenco de "Giovanni Improtta" (2013), de José Wilker.

Hugo Carvana nasceu no dia 4 de julho de 1937, filho da costureira Alice Carvana de Castro e do comandante da Marinha Clóvis Heloy de Hollanda. Era "um ilustre suburbano de Lins de Vasconcelos, que nunca renegou sua origem simples", conforme destaca o perfil no site oficial. O texto reforça que o ator e diretor ficou marcado em sua trajetória por ter "um quê de malandragem". Na juventude, para conseguir entrar no estádio e torcer pelo Fluminense, costumava se disfarçar de vendedor de balas e ambulante. "Figura obrigatória nas mesas dos bares da noite carioca, cultivou amizade com grandes nomes da boemia e das artes – Roniquito, Ary Barroso, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, foram alguns", diz o perfil.

 "Através dessa vivência criou personagens que povoam o universo carioca, como o malandro Dino em 'Vai trabalhar vagabundo'." A primeira vez em que viveu esse tipo de personagem foi em "O capitão Bandeira contra o dr. Moura Brasil" (1970), de Antônio Calmon.

Vera Fischer é internada em clínica de reabilitação no Rio

http://extra.globo.com/incoming/2320689-476-66e/w448h673-PROP/vera.jpg

A atriz Vera Fischer foi internada em uma  clínica de reabilitação para dependentes químicos na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio. O problema da atriz com drogas é antigo, e de acordo com o jornal “Extra”, ela já teria quebrado móveis e objetos de sua casa, localizada em São Conrado. Na época, seu ex-marido a internou.
O último trabalho de Vera na TV foi em uma pequena paticipação na novela “Insensato Coração”, e atualmente está no ar na reprise da novela “O Clone” pelo “Vale apena ver denovo”

Ex-BBB Daniel será capa da ‘G Magazine’


O ex-BBB Daniel , terceiro colocado na última edição do reality show da Globo, será a capa da edição de junho da revista “G Mgazine”. Segundo informações da assessoria de imprensa da publicação, o ensaio será inspirado na Parada do Orgulho GLBT de São Paulo e contará com a presença de outro modelo.


Mas engana-se quem pensa que Daniel posará para as lentes como veio ao mundo. O ex-BBB fará apenas uma participação especial no ensaio, cabendo ao modelo – o garoto fitness Santos de 2011 – tirar a roupa. Além do ensaio, Daniel também concederá uma entrevista exclusiva à publicação.

“Vou escrever a maior novela de todas da minha vida”


O autor Aguinaldo Silva está animado com a sua próxima novela, “Fina Estampa”. Ele pretende repetir o sucesso de “Senhora do Destino”, último folhetim das nove a alcançar uma média de 50 pontos.


“Senhora do Destino deu 50.4 de audiência e é a campeã absoluta do milênio. Para Fina Estampa eu quero o céu de novo!”, declarou no Twitter. “Atenção meninos e meninas preparem suas jugulares, o Campeão de Audiência estava dormindo, mas acordou, e está com a maior sede de sangue!”


Otimista, ressaltou no microblog: “Vou escrever a maior novela de todas da minha vida”.

Mergulhadores filmam peixe com 'aparência de Shrek'

'Semicossyphus reticulatus' foi flagrado no Japão.
Espécie pode alcançar até um metro de comprimento.

Do G1, em São Paulo

Um peixe da espécie "Semicossyphus reticulatus" filmado (assista aqui) por mergulhadores na costa japonesa ganhou o apelido de "Shrek" por causa de sua aparência. Segundo a associação japonesa de pesca esportiva, a espécie pode alcançar até um metro de comprimento. O maior exemplar já fisgado foi um de 14,7 quilos, conforme a entidade.
Peixe ganhou apelido de Shrek.Peixe ganhou apelido de Shrek. (Foto: Reprodução)

Há 21 anos morria o cantor Raul Seixas

O Maluco Beleza deixou um legado semelhante ao de Elvis Presley.
Documentário sobre o roqueiro baiano deve ser lançado ainda em 2010.




Os biógrafos costumam dizer que Raul Seixas levou o rock às últimas consequências. Nos últimos anos de sua vida, mesmo sofrendo de pancreatite, ele não se afastou do consumo de exagerado de drogas e álcool. A doença levou à morte o Maluco Beleza aos 44 anos, no dia 21 de agosto de 1989.

Para eles, a decadência perante o público, os problemas com empresários e gravadoras são problemas menores diante da sua relevância artística. Passados 21 anos, seus principais hits são conhecidos do grande público.

O interesse pela obra de Raulzito reacende em novas gerações de fãs, que fazem questão de soltar a voz com o grito “Toca Raul”. Ainda hoje é possível ouvir o jargão em bares, pistas de dança e shows de rock.

Um dos legados do roqueiro é parecido com o fenômeno que acontece com o "Rei do Rock" Elvis Presley: inúmeros sósias fazem questão de se vestir de forma idêntica a Raul e atuar fazendo covers do cantor. A sua confirmação, como mito do rock nacional, é frequente em homenagens no teatro, na TV, nas biografias e relançamentos de álbuns.

A admiração pelo “Maluco Beleza” ultrapassa o rock. Chitãzinho e Xororó, Maria Bethânia, Milionário e Zé Rico e Elba Ramalho já regravaram composições do baiano.

Documentário é aguardado para 2010

O longa-metragem dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel promete estrear nas telas ainda em 2010, trazendo depoimentos de parentes, amigos e antigos parceiros, como o escritor e letrista Paulo Coelho, que trabalhou com Raul na composição de músicas que fizeram parte da fase mais conhecida da carreira do roqueiro.

Em 2009, um trecho do filme foi exibido durante o Festival do Rio. O teaser mostrava o cantor se dizendo apaixonado por cinema. "Espero acabar em Hollywood”, brincava, irônico, afirmando ser um ator que fingia ser cantor.

Sua interpretação é lembrada graças a videoclipes para o Fantástico, nos quais Raul extravasava sua criação. As perfomances são destacadas pelos cenários em chroma key e pela produção, como as dançarinas presentes em "Sociedade Alternativa" - um dos primeiros clipes musicais feito a cores no Brasil, exibido em 1974.

Após relato de agressão em esposa, juíza do Rio obriga Dado a sair de casa


Tássia Thum
Do G1 RJ

Segundo juíza, 'documentação comprova as agressões físicas' contra a mulher.
Advogado do ator disse que ficou sabendo da decisão pela imprensa.

O ator Dado Dolabella volta a responder a processo de agressão contra uma mulher. Desta vez, a autora da ação é a própria esposa do ator, a publicitária Viviane Sarahyba. Ela, que foi casada com o ator por menos de um ano e tem um filho com ele, conseguiu na Justiça do Rio que Dado deixe a casa em que viviam juntos. As informações foram confirmadas pela assessoria do Tribunal de Justiça do Rio na noite desta sexta-feira (20). O ator pode recorrer da decisão, que foi concedida em caráter liminar.

Na decisão, a juíza Maria Cristina de Brito Lima, da 1ª Vara de Família da Barra da Tijuca, determina que o ator se afaste de casa com apenas seus bens de uso pessoal e documentos.

A sentença diz que Viviane Sarahyba apresentou “farta documentação que comprova as agressões físicas por parte do réu”. A juíza escreveu ainda que “além disso, é fartamente divulgado pela mídia que o réu costumeiramente comporta-se de maneira agressiva com mulheres, sendo, inclusive, recentemente condenado pela agressão sofrida por uma de suas ex-namoradas”.

A decisão da Justiça foi concedida na quinta-feira (19), mas foi publicada apenas nesta sexta (20). O advogado de Dado Dolabella, Michel Assef Junior, disse ao G1, que tomou conhecimento da decisão apenas pela imprensa.

“Fui pego de surpresa. Ainda não consegui falar com o Dado para entender o que aconteceu”, resumiu o advogado.

Veja na íntegra a decisão juíza Maria Cristina de Brito Lima:

“O presente feito diz respeito à separação de corpos, em que a Autora pede o afastamento do lar do Réu, seu marido. O presente feito vem instruído com farta documentação que comprova que a Autora vem sofrendo agressões físicas por parte do Réu. Além disso, é fartamente divulgado pela mídia que o Réu costumeiramente comporta-se de maneira agressiva com mulheres, sendo, inclusive, recentemente condenado pela agressão sofrida por uma de suas ex-namoradas. Desta forma ACOLHO a promoção do Ministério Público e DETERMINO o afastamento do lar conjugal de CARLOS EDUARDO BOUÇAS DOLABELLA FILHO, podendo ele retirar do local e levar consigo apenas seus bens de uso pessoal e documentos. Cite-se o Réu da presente lide, intimando-se da presente decisão, pelo Dr. OJA de plantão do dia 20 de agosto”

Dado foi condenado a prisão por agredir Luana Piovani

Em 4 de agosto, Dado Dolabella foi condenado a 2 anos e 9 meses de prisão em regime aberto pelo 1º Juizado de Violência Doméstica Familiar contra a Mulher do Rio, por lesão corporal. A denúncia foi feita por Luana Piovani em outubro de 2008. Na época, ela ainda namorava o ator. O caso foi enquadrado na Lei Maria da Penha. Dado também responde a processo por lesão grave contra a camareira Esmeralda de Souza, conhecida como Esmê. A camareira tentou apartar uma briga entre Dado e Luana, numa boate no Rio, quando foi atingida pelo ator.

BBB11: Inscrições começam em setembro


O diretor do BBB11, Boninho, anunciou em seu Twitter nesta sexta-feira (23) detalhes da edição 2011 do reality show.

Entre eles, o de que a seleção de candidatos será aberta a partir de setembro e que, desta vez, serão 17 os brothers confinados na casa.

Boninho postou: “O BBB11 abre inscrições em setembro e dessa vez vai ficar apenas 2 meses. Portanto é bom se preparar antes!”. Segundo ele, inscrições serão aceitas via internet e correio, com fitas de cinco minutos de duração, a partir do dia 1º de setembro, às 0h.

Outros tweets do diretor informavam que serão 17 participantes nesta edição: destes, nove serão mulheres, em maioria na casa.

O serviço de telefonia web Skype também será usado na triagem de candidatos, que falarão com a produção pelo software nas etapas de seleção.

Fonte: G1

“Pai” de Bob Esponja revela curiosidades sobre o desenho


Stephen Hillenburg (foto) tem a vida que pediu a Netuno. É biólogo marinho, gosta de mergulhar, mas é como produtor-executivo do desenho animado que inventou, sobre uma improvável esponja do mar, que ele ganha o peixe de cada dia. No Brasil para participar do festival Anima Mundi, o animador norte-americano falou sobre Bob Esponja, Patrick, Senhor Sirigueijo e como eles são reflexo do que viveu, viu e presenciou no passado.

“Bob Esponja é um ingênuo. É o arquétipo do personagem que esteve por aí sempre, ou seja, o personagem que se comporta como uma criança. Eu gosto de personagens como os de ‘O Gordo e o Magro’. São sempre personagens infantis, num mundo de adultos.”

Hillenburg conta que, quando começou o desenho, já imaginava que não ficaria restrito a um só público, mirando baixinhos e altinhos. “Nós apenas tentamos rir enquanto escrevíamos as histórias. E depois olhávamos para saber se era apropriado para as crianças. E eu acho que grande parte do humor vem da personalidade [dos personagens]. São apenas personagens engraçados fazendo coisas bobas.”

O animador, que disse que mergulhar foi a inspiração inicial para ser um biólogo marinho, se revelou surpreso com a recepção de seu personagem. “É chocante, nunca imaginei nada disso. Pensei que talvez tivesse uma temporada e aí seria cancelado. E na verdade seria tudo bem. Sabe, eu queria tentar fazer algo que eu queria fazer, e não algo que uma outra pessoa gostaria de fazer. E pensar que o desenho é ainda exibido dez anos depois… honestamente, eu nunca imaginei isso. Eu sempre disse, sabe, é um desenho sobre uma esponja [risos]. Não tem como você imaginar que isso seria um sucesso, né? É uma surpresa e muito recompensadora.”

O americano lembrou que foi um desenho que o fez mudar de carreira e abandonar o magistério para seguir a carreira artística. “Eu trabalhei como professor de Biologia, e desenhando, até que fui a um festival como esse [Anima Mundi], nos anos 1980 e deu um clique na minha cabeça. Foi isso que me inspirou a voltar à faculdade. Eu estava querendo fazer [um curso de] pintura, mas decidi pela animação depois de ver um filme de animação.”

‘Ingênuo não, burro’

O americano disse que, a partir de Bob Esponja, conseguiu desenhar os demais personagens que participam das ações na Fenda do Biquíni. “Seu amigo Patrick não é ingênuo, mas burro. Os dois juntos são perigosos porque ambos acham que são gênios. Bob Esponja nunca percebe o quanto burro eles são, Patrick acha que Bob é o melhor cara.”

Já o senhor Sirigueijo, chefe do Calça Quadrada na lanchonete, tem uma história mais íntima: foi inspirado num chefe que Hillenburg conheceu quando trabalhou num restaurante… de frutos do mar. “Eu era da Costa Oeste americana, ele era da Costa Leste. Ele tinha um sotaque totalmente diferente. Para mim, era como um pirata, o jeito que ele falava. Foi realmente uma inspiração para o senhor Sirigueijo. Eu não acho que o senhor Sirigueijo seja mal, ele é um grosso.”

E será que o Brasil, com um litoral tão grande não traria um novo personagem para o desenho?

“Eu tenho certeza que vocês têm esponjas, estrelas-do-mar e caranguejos. Vocês já têm personagens em ‘Bob Esponja’. Os animais marinhos são globais.” E deixa em suspenso, elogiando a beleza do Rio: “Eu adoro viajar e ver os animais locais. É fascinante porque não os temos em casa. E é sempre inspiração. Sempre. A inspiração vem de tudo o que eu vejo.”


Fonte: G1

Drica Moraes se recupera bem de cirurgia


A atriz Drica Moraes (foto) recebeu alta médica nesta segunda-feira (19). Ela estava internada há mais de um mês no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e se submeteu a um transplante de medula óssea no dia 23 de junho para tratar a leucemia.

Em nota divulgada nesta tarde o hospital informa que “a paciente permanecerá em acompanhamento médico para controle do transplante”.

No dia 7, outro boletim informava que o transplante de medula óssea tinha sido bem sucedido e que o quadro de saúde de Drica Moraes era “estável”, sem “sinais de infecções ou outras complicações”.

A doença da atriz foi confirmada por sua empresária em fevereiro deste ano, depois que Drica passou mal e teve de ser internada no Hospital Samaritano, no Rio.

O papel mais recente de Drica na TV foi na novela “Alma gêmea”, da Globo. Ela também atuou em outras novelas como “Top model”, “Chocolate com pimenta”, “O cravo e a rosa”, “Era uma vez” e “Pé na jaca”. No cinema, um dos seus últimos trabalhos foi em “Os normais 2”, de 2009, do cineasta José Alvarenga Jr.

Fonte: G1

Juliana Paes estréia em Hollywood



Em uma terra muito distante, com um estilo bem diferente daquele que botou o Brasil no caminho das Índias, a diva da televisão brasileira deixa o camarim completamente à vontade, falando a língua de Hollywood.

Era o último dia das gravações de “Bed and breakfast”, uma comédia que começa com uma herança no Rio de Janeiro e termina em paixão em uma pousada nos Estados Unidos.

Na estreia hollywoodiana, Juliana Paes (foto) faz dupla com Dean Cain, o quarentão que ficou famoso nos anos 90 pelo papel de super-homem no seriado da TV.

Mas, antes de entrar em cena, o super-homem e a super-mulher mostram que, mesmo em terras americanas, quem manda é a descontração brasileira. E o maestro dessa divertida trupe é outro que veio direto das Índias para Hollywood: Márcio Garcia.

Diretor gente-fina
Se na novela ele foi par romântico da personagem de Juliana, agora Márcio é o dono da bola, candidato ao título de diretor estreante mais gente-fina de Hollywood.

“Eu sou bem-humorado, é uma coisa que você vê aqui que é legal: todo dia, antes de eu ir embora, eu me despeço de todo mundo. E eu vi que as pessoas, apesar de estranharem, gostaram. Elas gostaram desse calor humano”, contou Márcio Garcia.

Os americanos provavelmente nunca viram também uma atriz principal espantar o frio pulando, sorridente, enrolada em um saco de dormir, ainda mais sabendo que tem um novo protagonista na barriga.

“Eu já escolhi o nome. É Pedro, porque eu acho que Pedro é um nome simples”, revela a atriz. “Às vezes, é até um pouco frustrante, que você fala ‘gente, eu estou grávida mesmo’? Parece que toda hora você fica querendo fazer algum tipo de exame para o médico te falar: ‘você está realmente’”.

Pergunta: Por que você correu na Internet para anunciar isso? Você tinha medo de que virasse fofoca?
Juliana Paes: Eu gostaria de dar a notícia. Eu acho que toda mulher vai entender o que eu estou falando. Você quer falar ‘estou grávida’ e dar a notícia boa, e eu estava vendo que eu não ia conseguir, porque as pessoas estavam começando a inventar antes da hora. E todo lugar que eu ia já inventavam uma barriga imaginária.

Pergunta: Seria o começo de uma carreira internacional?
Paes: Eu não estou muito preocupada com uma carreira internacional , mas, se acontecer e se vierem novos desafios e bons projetos, eu não vou dizer não.

Pergunta: E o brasileiro que não quiser ficar com saudade de você tem que ver o filme, não tem outro jeito? Você vai dar uma sumidinha?
Paes: Agora eu vou cuidar do bebê um pouquinho. Eu espero.

A gestação do filme está quase concluída, mas a última cena precisa de sol. “Estamos fazendo a dança do sol aqui. É isso que eles gostam, está vendo. A galera fica animada”, brinca Márcio Garcia.

Quando as preces são atendidas, o figurino muda. E finalmente se percebe uma curva nova e delicada na geografia de Juliana Paes.

Pergunta: Pensando bem, eu acho que tem uma barriguinha sim. Não tem?
Paes: Claro que tem.

Pergunta: Mas dá para ver já um pouquinho.
Paes: Dá.

Pergunta: Você fala com ele?
Paes: Eu não converso. Eu penso. Eu acho que ele escuta.

Pergunta: E responde?
Paes: Ainda não. Estou louca para ele começar a responder com chute.

Enquanto Pedro não chuta nem reclama, a diva brasileira tem energia de sobra para conquistar Hollywood.

Aeroporto Santos Dumont reabre para pousos e decolagens

Aeroporto funciona apenas com auxílio de instrumentos.
Há vários voos com atrasos de mais de 30 minutos.




O Aeroporto Santos Dumont reabriu para pousos e decolagens às 9h46 desta segunda-feira (28). Segundo a Infraero, as manobras são feitas apenas com o auxílio de instrumentos. Dos 49 voos programados para partir do Rio, 10 foram cancelados e nove estão com atraso superior a 30 minutos. Das 38 chegadas previstas, nove foram canceladas e 10 estão com atraso superior a 30 minutos.

As manobras de pouso tinham sido suspensas por volta das 7h30, segundo a Infraero, e as de decolagem às 8h45, embora não houvesse aviões no pátio para partir.


Teve problemas nos aeroportos do Rio?Mande seu relato ou foto para VC no G1

O movimento de passageiros é um pouco maior que o normal no Santos Dumont, segundo a Infraero.

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, opera apenas com o auxílio de instrumentos. A Infraero informou que, por causa do fechamento do terminal no início da manhã, 11 voos tiveram de ser desviados para aeroportos de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.

Segundo informações da Infraero, entre chegadas e partidas, no Tom Jobim foram registrados 13 voos atrasados e 16 cancelados.



Nevoeiro

No início da manhã, o nevoeiro provocou o fechamento do Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio, por pouco mais de uma hora.

Ainda é grande a movimentação de passageiros no saguão do aeroporto.

Ex-mulher de Gary Coleman diz que eles pretendiam casar novamente

Em entrevista, Shannon Price afirmou que relacionamento era 'de ouro'.
Pais do ator questionam decisão tomada por ela para desligar aparelhos.


A ex-mulher de Gary Coleman descreveu seu relacionamento com o ator como "de ouro" e afirmou que estavam planejando casar novamente pouco antes da morte dele.

Em uma entrevista que foi ao ar nesta segunda-feira (7) no programa "Good morning America", Shannon Price disse que ordenou o desligamento dos aparelhos que mantinham Coleman vivo aconselhada por médicos.

Na semana passada, o advogado dos pais de Coleman questionou a autoridade de Price em tomar a decisão já que ela não estava mais legalmente casada com o ator.

O ex-astro mirim morreu em 28 de maio em Utah aos 42 anos depois de ser levado ao hospital com uma hemorragia cerebral dois dias antes.

Price disse ao canal de TV ABC que encontrou Coleman deitado em uma piscina de sangue em sua cozinha depois de ouvir o que ela chamou de "um grande barulho".

O casal se divorciou em 2008, mas Price afirma que eles entenderam logo depois que o divórcio "não era a escolha certa".

Coleman estrelou por oito temporadas o seriado "Arnold", que foi ao ar em 1978 quando ele tinha 10 anos.