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Hamilton vence em Monza; Massa dá passagem a Alonso e não vai ao pódio

Brasileiro da Ferrari fecha GP da Itália em quarto, logo atrás do espanhol. Pérez surpreende e leva Sauber ao segundo lugar. Bruno termina em 10º


Largando em terceiro no GP da Itália, Felipe Massa sonhava, enfim, quebrar o jejum de vitórias. Ele sabia que uma conquista diante da apaixonada torcida da Ferrari – que cobria as arquibancadas de Monza de vermelho – seria importante na busca de uma renovação de contrato para o próximo ano. Mas a vitória não veio e ele ficou a uma posição de voltar ao pódio.  Lewis Hamilton se mostrou imbatível com a McLaren e venceu praticamente de ponta a ponta - deixou a liderança por algumas voltas antes de Sergio Pérez, da Sauber parar nos boxes. Em seguida, veio o surpreendente mexicano, que levou o carro do time suíço da 12ª para a segunda colocação. Quem fechou o pódio foi justamente Fernando Alonso, companheiro do brasileiro no time italiano. Massa cruzou em quarto, igualando seu melhor resultado no campeonato, obtido no GP da Inglaterra. Na 39ª das 53 voltas, quando era segundo, Massa não ofereceu resistência e abriu caminho para Alonso, que vinha mais rápido. Bruno Senna completou a prova em décimo e somou mais um ponto no campeonato. Confira os melhores momentos no vídeo.
Com a vitória, sua terceira na temporada, Hamilton assume a vice-liderança do Mundial, com 142 pontos, 37 atrás de Alonso. Com os abandonos de Sebastian Vettel e Mark Webber, o espanhol aumentou a vantagem na ponta, que era de 24 pontos. Outro que se beneficiou com as quebras da RBR foi Kimi Raikkonen. O finlandês da Lotus chegou em quinto na prova deste domingo e subiu para a terceira posição na classificação.
Alonso e Massa GP da Itália  (Foto: AP)
Felipe Massa não pôde resistir à pressão de Fernando Alonso em Monza, e ficou fora do pódio (Foto: AP)
Largada tranquila em Monza
A suspensão de Romain Grosjean, da Lotus, por provocar o acidente na caótica largada do GP da Bélgica surtiu efeito. Parece que os pilotos aprenderam a lição e não houve sequer um toque na forte freada da primeira chicane, na estreita pista de Monza. Em terceiro no grid, Massa largou bem, ultrapassou Button e chegou a tentar um bote no líder Hamilton. Curvas dpeois, Button tentou dar o troco, mas o brasileiro fechou a porta. Partindo de décimo, seu companheiro de Ferrari, Alonso, também começou bem. Ganhou duas posições na largada e mais uma durante a primeira volta.
Nas volta iniciais, o espanhol ganhou mais uma posição, subindo para sexto. Em seguida, protagonizou com Schumacher um duelo de nove títulos mundiais e levou a melhor na sétima volta, ao utilizar a asa móvel na reta principal.
Bruno partiu de 13º, ganhou uma posição na largada e na oitava volta já brigava com Paul di Resta, da Force India, para entrar na zona de pontuação. No entanto, foi espremido pelo escocês na curva Roggia. Forçado a passar reto, perdeu a posição para a RBR de Mark Webber.
O primeiro a deixar a corrida foi Jean-Eric Vergne, na nona passagem. A STR do francês apresentou problemas mecânicos, e o piloto perdeu o controle do carro na primeira chicane, quase decolando nos “quebra-molas” colocados na área de escape. Enquanto isso, Hamilton abria, aos poucos, vantagem na ponta. O britânico da McLaren colocou 3s sobre Massa em dez voltas. Cinco passagens depois, a vantagem do britânico era de 5s. Button aparecia em terceiro, seguido por Vettel e Alonso.
Massa, então, passou a reclamar do desgaste dos pneus traseiros de sua Ferrari. O brasileiro começou a perder terreno para Button e, na volta 18, foi ultrapassado na Curva Grande. Logo em seguida, foi para os boxes fazer sua primeira parada.
 A essa altura, a disputa de destaque era entre Vettel e Alonso. Eles entraram nos boxes juntos. Na saída, percorreram o pitlane quase lado a lado, mas o alemão conseguiu se manter à frente do espanhol. A dupla voltou colada em Massa, quarto colocado, que havia perdido segundos preciosos ao retornar dos boxes atrás da STR de Daniel Ricciardo. A liderança era de Sergio Pérez, da Sauber, único dos ponteiros que ainda não havia feito o pit stop.

Vettel dá "chega para lá" em Alonso
Os dois bicampeões continuaram duelando intensamente pela quinta colocação. Sedento, Alonso tentou dar o bote, mas teve a porta fechada pelo alemão e saiu com as quatro rodas na grama na Curva Grande (veja no vídeo). Lance semelhante ao episódio envolvendo os dois, só que em papéis inversos, no GP da Itália de 2011. Após controlar o carro e voltar à pista, perdeu contato com Vettel. Mas o piloto da Ferrari conseguiu se recuperar rapidamente, para ultrapassar o alemão na 30ª volta e assumir a quarta posição, já que, pouco antes, Pérez havia, enfim, parado nos boxes. O “chega para lá” de Vettel, porém, deixou Alonso irado. O espanhol reclamou muito no rádio e pediu uma punição. Voltas depois veio a sentença da direção de prova: o alemão foi penalizado com um drive-through.

Alonso ultrapassa Massa
Na 34ª volta, mais mudança nas primeiras posições. O segundo colocado, Button, abandonou com problemas no motor da McLaren. Com isso, Massa subiu para segundo, seguido por Alonso. A expectativa era saber se haveria ordens da Ferrari para a troca de posição de seus pilotos. Apesar de o jogo de equipe estar liberado, a escuderia italiana só avisou ao brasileiro: “Fernando está três segundos atrás” e “Fernando está a 0s9 e pode usar a asa móvel”. Na 39ª volta, o espanhol, mais rápido, ultrapassou Massa, que não ofereceu resistência, e assumiu a segunda colocação.
E o sonho de Massa de retornar ao pódio acabou na volta 43, quando perdeu o terceiro lugar para o surpreendente Pérez na “Parabólica”. O mexicano apostou em uma parada tardia nos boxes e surgiu com pneus menos desgastados que os rivais. Na sequência, o piloto da Sauber foi à caça de Alonso. Bem mais veloz, superou o espanhol na Ascari” para assumir o segundo lugar. Virando mais de 1s abaixo do líder Hamilton, Pérez tinha seis voltas para alcançar o piloto da McLaren. Enquanto isso, Vettel deixava a corrida, com problemas do motor da RBR, quando se encontrava em sexto.
Pelo rádio, a McLaren avisou a Hamilton, que Pérez imprimia bom ritmo. Apesar de mais lento, o inglês manteve a regularidade e conseguiu cruzar em primeiro, 4s3 à frente do mexicano. Nas três últimas voltas, ainda houve tempo para mais dois abandonos. Hulkenberg recolheu a Force India aos boxes e Webber rodou na Ascari e parou logo depois.
Hamilton no pódio GP da Itália (Foto: Reuters)
Hamilton comemora vitória no pódio GP da Itália. Foi o terceiro triunfo do inglês no ano (Foto: Reuters)


Confira o resultado final do GP da Itália (53 voltas):
1 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1h19m41s221
2 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 4s356
3 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 20s594
4 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 29s667
5 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - a 30s881
6 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 31s259
7 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 33s550
8 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 41s057
9 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 43s898
10 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - a 48s144
11 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - a 48s682
12 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - a 50s316
13- Jerome d'Ambrosio (BEL/Lotus-Renault) - a 1m15s861
14 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - a 1 volta
15 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - a 1 volta
16 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
17 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
18 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - a 1 volta
19 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - a 1 volta
Não completaram:
Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - na volta 51
Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - na volta 50
Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - na volta 47
Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - na volta 32
Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - na volta 8


Hamilton vence no Canadá, vira líder e amplia recorde de equilíbrio em 2012

Inglês é o sétimo vencedor diferente nas sete primeiras provas da temporada. Grosjean e Pérez completam o pódio. Massa chega em 10º, Bruno é o 17º

O GP do Canadá provou mais uma vez que a monotonia não foi convidada para a temporada 2012 da Fórmula 1. A corrida, que seguia sem grandes emoções, ganhou jeito de drama no fim e coroou Lewis Hamilton, da McLaren, como o sétimo vencedor diferente após sete provas. Bem que Fernando Alonso (Ferrari) e Sebastian Vettel (RBR) tentaram surpreender o britânico e se arriscaram até o fim com apenas uma parada nos boxes. Não adiantou. Com os pneus desgastados, os dois bicampeões viram Hamilton recuperar as posições na pista e, pior, ainda foram superados por Romain Grosjean (Lotus) e Sergio Pérez (Sauber), que comemoram muito o pódio inesperado. Vettel ainda se arrependeu da tática, fez o pit e tomou o quarto lugar de Alonso, somando pontos valiosos na briga pela ponta do Mundial. Mas quem pulou para o topo foi o inglês, com 88 pontos, dois a mais que o espanhol da Ferrari, que está um à frente do alemão da RBR.
Enquanto havia motivos de sobra para os três primeiros colocados celebrarem, os brasileiros tiveram mais uma corrida para esquecer. Felipe Massa até que começou bem ao superar Nico Rosberg na segunda volta, mas rodou sozinho quatro passagens depois. O piloto da Ferrari vinha se recuperando e chegou a estar em sexto, mas não manteve o ritmo e terminou na 10ª posição, somando apenas um ponto. Bruno Senna fez uma prova apagada. Largou do 16º lugar e terminou em 17º. Outro que mais uma vez não esteve em um bom dia foi Jenson Button. Enquanto viu seu companheiro de McLaren triunfar, o campeão de 2007 teve um desempenho melancólico e fechou apenas em 16º.
Hamilton no pódio do GP do Canadá (Foto: Reuters)
O inglês Lewis Hamilton comemora vitória no Canadá: sete vencedores em sete provas (Foto: Reuters)
Início tranquilo
A largada transcorreu normalmente, sem incidentes. Vettel manteve a ponta, seguido de perto por Hamilton, Alonso e Webber. Massa começou bem, pressionando Rosberg durante toda a primeira volta. Na passagem seguinte, o piloto da Ferrari conseguiu uma bela ultrapassagem por fora sobre o alemão, antes da chicane que antecede a reta de chegada. De nada adiantou a boa largada do brasileiro. Na sexta volta, ele rodou sozinho na curva 1 e acabou caindo para a 12ª posição. Partindo de 16º no grid, Bruno chegou a ganhar uma posição, mas perdeu rendimento e, na sexta volta, caiu para 19º após ser ultrapassado pelo companheiro de Williams, Pastor Maldonado, que largou em 22º em razão de uma troca de câmbio.

Prova comprometida para Massa
Em razão da rodada, Massa alterou a estratégia de corrida e foi o primeiro a parar nos boxes, na 13ª passagem. No pelotão da frente, Hamilton e Alonso começaram a diminuir drasticamente a diferença para o líder Vettel, que ainda deu uma pequena escapada no hairpin e quase foi atingido pela McLaren do inglês.
A primeira rodada de pit stops inverteu a situação dos três primeiros colocados. Vettel seguiu para os boxes na 16ª volta. Hamilton parou na seguinte e ganhou a posição do piloto da RBR. Alonso permaneceu na pista por mais duas voltas e retornou à frente dos dois após a parada. Mas o britânico deu o troco rapidamente: ultrapassou o espanhol antes da última chicane e assumiu a ponta após Grosjean ir para o pit.
Atrás do trio, a cerca de cinco segundos, vinham Raikkonen e Pérez, que optaram por uma estratégia de apenas uma parada. Os dois só foram para os boxes na volta 41, voltando logo atrás de Massa, o sexto. O brasileiro conseguiu imprimir um bom ritmo de prova, se manteve entre os mais rápidos da pista e recuperou diversas posições após os pits dos rivais. No entanto, Massa não conseguiu segurar a tocada até o final, foi superado e completou em décimo, marcando apenas um ponto.


Surpresas reservadas para o fim
No fim, a monotonia deu lugar ao drama. Na 50ª volta, o líder Hamilton parou nos boxes e voltou na terceira posição. Daí em diante, era só aguardar os pits de Alonso e Vettel e cruzar em primeiro. Ledo engano. Os bicampeões surpreenderam e arriscaram permanecer na pista até o fim, e Hamilton se viu obrigado a recuperar as posições no braço. O campeão mundial de 2008 tirou a diferença, ultrapassou o alemão a oito voltas do fim, superou o espanhol duas passagens depois, retomou a ponta e cruzou a linha de chegada em primeiro. A tática de Alonso e Vettel não funcionou e os dois ainda perderam seus lugares no pódio para Grosjean e Pérez. O piloto da RBR diminuiu o prejuízo ao parar nos boxes na volta 64 e conseguiu tomar o quarto lugar do rival da Ferrari.  O pódio recompensou as belas exibições do francês da Lotus e do mexicano da Sauber, que largaram, respectivamente de 7º e 15º, também optaram por apenas um pit stop. Enquanto Grosjean parou na mesma volta que Alonso (19ª), mas não teve o mesmo desgaste de pneus do espanhol. Pérez fez seu pit apenas na 41ª passagem e conseguiu uma excelente corrida de recuperação.
Hamilton vence GP da Canadá (Foto: AP)
Lewis cruza em primeiro e fatura emocionante GP do Canadá (Foto: AP)
Confira a classificação final do GP do Canadá, sétima etapa da temporada 2012:

1- Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) – 1h32m29s586
2- Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) – a 2s513
3- Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) – a 5s260
4- Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) – a 7s295
5 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 13s411
6 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 13s482
7 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) – a 15s085
8 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) – a 15s567
9 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – a 24s432
10 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) – a 25s272
11 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) – a 37s693
12 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) – a 46s236
13 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – a 47s052
14 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) – a 1m04s475
15 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) – a 1 volta
16 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – a 1 volta
17 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) – a 1 volta
18 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) – a 1 volta
19 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) – a 1 volta
20 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) – a 2 voltas

Não completaram
Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) – volta 57
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) – volta 34
Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) – volta 25
Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) – volta 23

A Mente Humana Parte 03: O Homem

“A incógnita dos mundos”. Assim defino o sexo masculino em geral, tanto quanto a mulher nos dias de hoje, é difícil ser homem, porque muitas vezes além de estar presente na estrutura familiar, ele deve ser o “comandante” em casa, deve sustentar a família e principalmente, ser ativo na relação com a esposa.
Mas o que vemos hoje, não é o que todos pensam: hoje encontramos homens com grande medo das mulheres, e por quê? Simples, porque hoje elas conseguem viver sem eles, já eles são praticamente não conseguem viver sem elas. A questão é que os homens não têm mais o romantismo de eras passadas, isso faz com que as mulheres vão à busca de novas experiências, tanto heterossexual, como homossexual.
Os homens hoje em dia são criaturas difíceis de lidar... E por que isso? Simples novamente: Questão de sobrevivência. Nos tempos atuais, o homem se sente mais ameaçado do que vinte ou trinta anos atrás. Hoje além de competir com o próprio homem, eles se deparam com um novo competidor: A mulher. E por que o homem compete com a mulher? Simples também de se responder: Vivemos ainda em uma sociedade machista, sendo assim o homem se sente, por partes, é humilhado por ser vencido por uma mulher, isso é fato, este é um dos pontos fracos de um homem: O ego. Homem com ego ferido pode ser o mais manso de todos ou também pode ser o mais perigoso. É complicado de se lidar com homem de ego ferido, pois não se sabe o que dizer ou fazer com um homem sensível, nervoso ou até bipolar.
Somos uma incógnita, tanto que se uma mulher disser que conhece bem os homens, digo com todas as letras que essa afirmação é 95% errônea.
Com relação há algum tempo atrás, os métodos de conquista masculina foram regredindo e progredindo ao mesmo tempo. Mas como é possível isso? De todas as perguntas, essa é a mais simples: A mulher, ela tem o poder de fazer o que quiser com o sexo masculino.
Uma das armas que muito das mulheres usam é a humilhação. Muitas usam frases parecidas com essas:
“Sai de perto de mim”; “Saia daqui seu nada”; “Você é um nada, tenho pena de você”.
Muito dos homens reagem de maneira explosiva, outros não reagem, saem de cabeça baixa. E por que eles saem de cabeça baixa? A parir do momento em que o homem é humilhado pela mulher, desencadeia uma reação que faz o homem regredir na sua auto-estima, tanto que se pode chegar ao ponto de acabar fazendo algo que não deveria.
Para finalizar, gostaria de dizer que a mudança da sociedade, do mundo começa por nós homens. Nós temos a obrigação de construir um futuro melhor para nossos filhos e netos, mas para isso devemos começar a respeitar nossos semelhantes, principalmente a mulher. Junto a elas, conseguiremos mudar a sociedade, e quem sabe poderemos mudar o mundo. E você jovem faça sua parte, faça com que tudo seja diferente, faça com que o mundo tenha esperança, faça com que o mundo tenha jeito, mesmo ele andando muito complicado.

Webber vence em Mônaco, e F-1 bate recorde de equilíbrio; Massa é o sexto

Temporada tem agora seis vencedores nas seis primeiras provas, fato inédito para a categoria; Felipe obtém melhor resultado do ano, e Bruno é o décimo

Equilibrada e emocionante, a temporada 2012 da Fórmula 1 ganhou um capítulo histórico nas ruas do principado de Mônaco neste domingo. Pela primeira vez nos 63 anos de categoria, seis pilotos diferentes venceram as seis etapas iniciais do campeonato. Em Monte Carlo, foi a vez de Mark Webber, da RBR, sentir o gosto do champanhe no alto do pódio e aumentar a lista que já contava com Jenson Button (Austrália), Fernando Alonso (Malásia), Nico Rosberg (China), Sebastian Vettel (Bahrein) e Pastor Maldonado (Espanha). O brasileiro Felipe Massa também teve motivos para sorrir no domingo: disposto a reagir, chegou em sexto lugar, sua melhor colocação neste ano.
Após herdar a pole position com a punição a Michael Schumacher no sábado, o australiano só deixou a ponta por algumas voltas, em razão da parada tardia nos boxes do companheiro Vettel. E a vitória que parecia tranquila ganhou contornos dramáticos no fim. A chuva, que ameaçou cair durante toda a prova, resolveu dar as caras faltando 12 voltas. Juntou o pelotão da frente e fez a diferença entre o líder Webber e o sexto colocado Massa cair para três segundos.
GP de Mônaco, F1, Mark Webber (Foto: Agência AP)
Festa para Mark Webber em Mônaco: piloto é o sexto a vencer na temporada 2012 (Foto: Agência AP)



O piloto da RBR conseguiu administrar a pequena vantagem sobre Nico Rosberg e completou as 78 voltas na primeira colocação. O alemão da Mercedes cruzou em segundo, seis décimos atrasado na briga pela vitória. Alonso, que ganhou a posição de Lewis Hamilton nos boxes, completou o pódio. O espanhol chegou imediatamente à frente de Vettel e tirou o rival da liderança do campeonato. Agora, Alonso tem 76 pontos, três a mais que o alemão da RBR, que acumula os mesmos 73 pontos de Webber, mas fica à frente nos critérios de desempate (posições melhores nas corridas).
Em busca da volta por cima após um início ruim no campeonato, Massa confirmou o bom fim de semana. Com o sexto lugar, marcou oito pontos e subiu para a 14ª colocação na tabela. Além disso, teve um exibição consistente, andou no ritmo dos líderes e terminou a prova apenas seis segundos atrás do vencedor Webber. O compatriota Bruno Senna, da Williams, também chegou na zona de pontuação. Fechou em décimo, assegurou um ponto e está logo à frente de Massa, com 15.
GP de Mônaco, F1, Alonso (Foto: Agência AP)
O espanhol Fernando Alonso chegou em terceiro
e assumiu a liderança da tabela (Foto: Agência AP)
Jenson Button e Pastor Maldonado foram os destaques negativos do fim de semana. O inglês da McLaren largou em 12º, foi ultrapassado por Heikki Kovalainen, da “nanica” Caterham, e duelou com o finlandês durante toda a prova até abandonar a oito voltas do fim. O venezuelano, vencedor do GP da Espanha, largou em último e bateu logo na largada. Outro que não completou a prova foi Michael Schumacher. O heptacampeão tinha feito uma profecia: disse aos jornalistas que seria o mais rápido do treino, cairia para sexto por causa da punição na Espanha (quando bateu em Bruno Senna) e venceria a prova no domingo. As duas primeiras partes se concretizaram, mas ele não conseguiu acompanhar os líderes e abandonou na 65ª volta com problemas na Mercedes.


'Levitação' na largada

Com pista estreita e muros próximos, o risco de uma batida na largada em Monte Carlo é sempre alto. E foi o que aconteceu neste domingo. Romain Grosjean, da Lotus, se envolveu em mais um acidente no início da prova. Após tocar a Ferrari de Alonso, o francês jogou para esquerda, espremeu Schumacher no guard rail e rodou perigosamente, no meio da pista. Sobrou para o japonês Kamui Kobayashi, que não conseguiu desviar a tempo, tocou na Lotus e viu sua Sauber “levitar”. Os outros carros reduziram para evitar o acidente, mas Maldonado, que largou em último, demorou a frear e acertou a HRT de Pedro de la Rosa. Os quatro pilotos abandonaram.
Webber, Rosberg e Hamilton se mantiveram nas três primeiras posições, e os brasileiros largaram bem. Massa subiu de sétimo para quinto, e Bruno pulou de 13º para décimo. Outro que também fez boa largada foi Vettel, que passou da nona para a sexta colocação. Em razão da batida, o safety car precisou ficar na pista durante quatro voltas, e a relargada transcorreu sem incidentes.
F1 Monaco Kamui Kobayashi (Foto: AP)
Após tocar em Grosjean na largada, Sauber de Kobayashi parece flutuar (Foto: AP)
 corrida seguiu sem muitas alterações até a primeira rodada de pit stops. A principal atração era o “trenzinho” puxado por Kimi Raikkonen. Mais lento, o finlandês perdeu contato com o sexto colocado Vettel e segurou Schumacher, Nico Hulkenberg, Bruno Senna, Paul di Resta e Daniel Ricciardo por várias voltas, até parar nos boxes. Com a ameaça de chuva, os pilotos tentaram permanecer o maior tempo possível na pista, mas com o aumento do desgaste dos pneus, precisaram seguir para os pits. A Ferrari trabalhou bem e Alonso ganhou a posição de Hamilton. Um dos poucos a largar com pneus macios, Vettel optou por uma estratégia diferente, retardou a parada e assumiu a liderança, seguido por Webber, Rosberg, Alonso e Massa.
No meio do grid, Sergio Pérez, que largou em 23º, teve a corrida de recuperação prejudicada ao ser punido com um drive through na 39ª volta. Ele atravessou a pista na frente de Raikkonen para entrar nos boxes e quase causou um acidente. Como prêmio de consolação, o mexicano anotou a melhor volta da prova: a 49ª, com 1m17s296.

Webber recupera a ponta
GP de Mônaco, F1, Mark Webber (Foto: Agência AP)
Webber cruzou em primeiro (Foto: Agência AP)
Na parte da frente, Vettel aguentou até a 46ª passagem. O piloto da RBR parou nos boxes e voltou na quarta posição, à frente de Hamilton e Massa. Seu companheiro Webber retomou a ponta, seguido de perto por Rosberg e Alonso.
A chuva que ameaçou cair durante toda a prova finalmente chegou na 66ª volta e injetou emoção no fim da corrida. O pelotão da frente se aproximou, e apenas três segundos separavam o líder Webber do sexto colocado Massa nas voltas finais. Mas as condições climáticas melhoraram rapidamente, a pista voltou a secar, e o australiano segurou a pequena vantagem sobre Rosberg, cruzando em primeiro, seis décimos à frente do alemão da Mercedes. Alonso chegou em terceiro, seguido de perto por Vettel, Hamilton e Massa. A zona de pontuação foi completada por Di Resta, Hulkerberg, Raikkonen e Senna.

Confira o resultado final do GP de Mônaco, sexta etapa da temporada 2012 da Fórmula 1:
1 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) – 1h46m06s557
2 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 0s0643
3- Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 0s947
4 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) – a 1s343
5 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) – a 4s101
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) – a 6s195
7 – Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) – a 41s500
8 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) – a 42s500
9 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) – a 44s000
10 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) – a 44s500
11 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) – a 1 volta
12 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) – a 1 volta
13 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) – a 1 volta
14 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) – a 1 volta
15 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) – a 2 voltas
Abandonaram:
Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – na volta 71
Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) – na volta 66
Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) – na volta 65
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) – na volta 64
Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) – na volta 16
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – na volta 6
Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) – na volta 1
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – na volta 1
Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) – na volta 1

A mente humana parte 02: A Mulher

Como entender as mulheres? Como decifrar esse ser misterioso, frio e calculista?
Vivemos um um mundo machista que aos poucos as mulheres vem dominando aos poucos, tanto que as duas presidentes mais influentes da América do Sul são mulheres: Dilma Rousseff, presidente do Brasil e Cristina Kirchner, presidente da Argentina.
Na sociedade moderna, a mulher detém o papel fundamental na construção de uma família, ela suporta a barra que nenhum homem poderia suportar, mas boa parte está em grande declínio. A questão é que hoje a mulher anda muito fácil pra ficar e/ou até algo mais, e isso por incrível que pareça assusta muito o homem.
Mas nos perguntamos o porque que isso nos assusta, mas isso só será respondido em "A mente humana parte 03: O Homem".
Mas continuando a falar das mulheres, elas têm armas que derrubam qualquer um, tanto que a sedução é a pior delas. Quem nunca se viu em uma situação em que a mulher joga os cabelos de um lado para outro, que molha os lábios com a língua, aquele olhar meigo e doce, sua linguagem corporal, enfim, métodos que colocam qualquer homem aos seus pés.
Mas quando o homem quer conquistar uma mulher, como que ela reage? Muito das vezes ela se assusta, ela ri do homem, sente dó e até o humilha, mas enfim, não dá para saber ao certo a sua reação, pois o homem não tem a capacidade de saber quando a mulher está afim dele. Mas mesmo assim, tem mais coisas que são difícil de decifrar, pois elas conseguem manipular o homem com uma facilidade incrível, tanto que muitas conseguem sempre o que querem.
Falando em conquista, não dá para entende-las de maneira que se construa um relacionamento firme e sólido, pois elas não sabem admitir que o homem tem razão, tanto que na maioria das vezes é até melhor não confrontá-las, pois a mulher é um ser mais vingativo que o homem.
De todas as peculiaridades femininas é que todas dizem que todo homem é igual... Mas então porque elas escolhem tanto? Elas dizem que não existe mais homem atencioso, meigo e carinhoso... Mas lhes pergunto, por que quando um homem desses aparece, elas o ignoram, rejeitam e até humilham eles? Enfim, coisas inexplicáveis, tanto que hoje muitas se interessam pelo nome e o capital que tem o pretendente.
Para finalizar, deixo uma dica ao sexo feminino: Não dê murro em ponta de faca, porque a felicidade pode estar ao seu lado e você não estão sequer dando uma chance...

Chelsea segura o Bayern, vira nos pênaltis e leva Champions pela 1ª vez

Autor do gol de empate por 1 a 1 no fim do tempo normal, Didier Drogba também garante a conquista na marca da cal e enterra fantasma de 2008

O Chelsea, enfim, conquistou a Europa. Foi sofrido, como toda a campanha, na base do sufoco, contrariando prognósticos, mas os ingleses bateram o Bayern de Munique, em plena Allianz Arena, neste sábado, e ganharam a Liga dos Campeões pela primeira vez. A vitória veio nos pênaltis, de virada, pelo placar de 4 a 3, após 1 a 1 nos 120 minutos de bola rolando. Robben, que desperdiçou uma cobrança da marca da cal na prorrogação, Olic e Schweinsteiger foram os vilões alemães, enquanto Didier Drogba e o goleiro Petr Cech, é claro, se consagraram no inédito título dos Blues.
É inevitável não fazer uma ligação com a decisão de 2008, quando o Chelsea caiu também nas penalidades para o rival Manchester United. Em uma Moscou chuvosa, Terry escorregou na cobrança que garantiria a taça. Os Diabos Vermelhos levaram, mas os chamados Deuses do Futebol não deixaram que acontecesse novamente. Dessa vez, depois de Cech brilhar e defender três cobranças no total, Drogba deslocou um também heróico Neuer para decretar a festa dos cerca de 17 mil torcedores ingleses presentes no estádio e enterrar um fantasma recente.

Jogadores do Chelsea erguem a taça (Foto: Reuters)
Jogadores do Chelsea erguem a taça inédita para a galeria do clube no Stamford Bridge (Foto: Reuters)
O título foi conquistado em uma partida que retratou com fidelidade o que foi a campanha dos Blues na competição: quando todo mundo achava que não ia dar, deu. Após o gol de Müller, aos 37 minutos do segundo tempo, os alemães chegaram a ensaiar um festa em casa, mas foram calados por Drogba, após escanteio, aos 43. Já no início da prorrogação, pênalti para os donos da casa defendido por Cech. Por fim, nas penalidades, Juan Mata perdeu a primeira cobrança inglesa e viu Petr Cech, com defesas em chutes de Olic e Schweinsteiger, se tornar herói.


Durante toda a competição foi assim. Primeiro, na última partida da fase de grupos, quando vencer o Valencia era a única opção. Em seguida, nas oitavas diante do Napoli, o 4 a 1 em uma prorrogação no Stamford Bridge confirmou uma virada de um time com técnico recém-demitido e derrotado por 3 a 1 no jogo de ida. Na semifinal, depois de passar pelo Benfica, os Blues contrariaram o mundo ao baterem o poderoso Barcelona. O russo Roman Abramovich, que levantou a taça na festa, já pode gritar para o mundo: seus milhões tornaram o Chelsea um grande europeu.
Ao Bayern restou a frustração de repetir o Roma, que em 1984 também perdeu a final continental em seu estádio - o Real Madrid de 1957 e o Inter de Milão de 1965 foram os únicos a conseguirem dar a volta olímpica em casa. Essa também foi a segunda derrota em uma decisão de Champions em três anos - em 2010 o algoz foi o Inter de Milão, no Santiago Bernabéu, em derrota por 2 a 0 no tempo normal.
Além disso, os bávaros poderiam se juntar ao Liverpool como o terceiro maior campeão europeu, com cinco taças. Contudo, acabaram igualando Juventus e Benfica na lista de times que mais vezes foram vice, com cinco decisões perdidas (1982, 1987, 1999, 2010 e 2012).
Drogba gol Chelsea (Foto: Reuters)
Cech e Drogba: os heróis do primeiro título do Chelsea na Liga dos Campeões (Foto: Reuters)



Uma curiosa classificação para a Champions 2012/13

O Chelsea não fez chorar apenas a torcida alemã. Com o título, os Blues também se garantiram na próxima edição da Liga dos Campeões, em 2012/2013, já que a Uefa permite a defesa do título mesmo que o time não tenha se classificado através do campeonato nacional - acabou a Premier League em sexto, com 64 pontos, cinco a menos que o Tottenham.
Quarto colocado do Campeonato Inglês, o rival local Tottenham terá de se contentar em disputar a Liga Europa. O quinto Newcastle, por sua vez, fica sem vaga em torneios europeus, e o Anderlecht, da Bélgica, será obrigado a estrear na Champions ainda na fase preliminar.

Desfalques dos dois lados


Terry e Raul Meireles Chelsea Bayern (Foto: EFE)
Suspenso, Terry viu a decisão das tribunas (EFE)
A avalanche vermelha que tomou conta de Munique durante todo o dia se estendeu nas arquibancadas da Allianz Arena e foi capaz até mesmo de ofuscar a festa preparada pela Uefa, com direito a cantor e violinista no gramado. Enquanto a cerimônia de abertura da decisão era realizada, os bávaros, que representavam cerca de 70% do estádio, chamaram a atenção para si com o um gigantesco mosaico atrás de um dos gols, com as cores do time e a “orelhuda”, como é chamado o troféu da competição.
Com os times em campo, ficou clara a preocupação de Roberto Di Matteo com a marcação, como já acontecera nos jogos diante do Barcelona. Sem Ramires, o italiano promoveu a estreia de Ryan Bertrand, 22 anos, reserva natural de Ashley Cole. O jovem se posicionou como um autêntico ponta esquerda para as saída de contra-ataque, mas tinha função defensiva importante, auxiliando na contenção aos avanços de Robben.

David Luiz e Mario Gomez na final da Liga dos Campeões entre Bayern e Chelsea (Foto: AP)
David Luiz e Mario Gómez foram protagonistas de duelos pelo alto e por baixo (Foto: AP)
O problema para os Blues é que não apenas Ramires era desfalque. Suspensos, o lateral-zagueiro Ivanovic, o zagueiro John Terry e o meio-campista Raul Meireles vestiram camisa social, gravata e acompanharam a final das tribunas. O mesmo aconteceu com o zagueiro Badstuber, o lateral Alaba e o volante brasileiro Luiz Gustavo do lado do Bayern. O trio teve ainda a companhia de Breno, que não vem sendo aproveitado por Jupp Heynckes após se envolver em polêmicas extra-campo - está se recuperando de lesão e deverá jogar no Lazio na próxima temporada.



Avalanche vermelha também em campo
Mario Gómez na final da Liga dos Campeões entre Bayern x Chelsea (Foto: AFP)
Mario Gómez tenta puxeta na cara de Cech (AFP)
Com a bola rolando, o Bayern começou mostrando que o discurso de cautela e de que o fator campo não faria a diferença usado durante a semana era da boca para fora. Desde os minutos iniciais, uma “blitz” foi armada no campo ofensivo, com Ribéry e Robben abertos nas pontas, Mario Gómez centralizado e Thomas Müller bem próximo da área. Ao Chelsea coube repetir a estratégia usada contra o Barcelona e deixar apenas Drogba à frente da linha da bola.
A missão de defender desta vez, no entanto, contou com alguns milhares de ingleses no primeiro tempo. Localizados atrás do gol de Cech, os torcedores faziam pressão a cada toque dos donos da casa na bola e provocavam até em atitudes simples, como quando jogaram para longe uma bola que Robben esparava nas mãos para cobrança de escanteio.
A barreira em frente à área fazia com que o Bayern repetisse a estratégia mal-sucedida do Barcelona com chutes da entrada da área. Artilheiro da equipe na competição, com 12 gols, dois a menos que Messi, Gómez era acompanhado de perto por David Luiz, que fazia marcação individual.

Bastian Schweinsteiger na final da Liga dos Campeões entre Bayern e Chelsea (Foto: Reuters)
Bastian Schweinsteiger entre Mikel e Drogba: jogo foi pegado (Foto: Reuters)
Desfalcado e acuado, o Chelsea ainda era ousado nas saídas de contra-ataque, mas nem Bertrand nem Kalou conseguiram auxiliar Drogba como Ramires vinha fazendo. Sendo assim, a opção dos Blues nas poucas vezes em que tinha posse de bola era trocar passes no campo de defesa à espera de espaços para lançamentos. Mas o Bayern não os cedeu. Tanto que a primeira finalização inglesa aconteceu aos 34, em cobrança de falta de Juan Mata, por cima do gol.
Lance sem perigo, mas que foi respondido de imediato com Thomas Müller, em chute perigoso da marca do pênalti. A pressão do Bayern, entretanto, esbarrava em um fator que acompanhou o Chelsea nos últimos meses: a sorte. Como contra o Barcelona, na semifinal, e o Liverpool, na decisão da Copa da Inglaterra, tudo dava certo para os Blues, como no chute de Robben que Cech defendeu com os pés e a bola explodiu na trave, aos 20, ou nas finalizações sem direção de Gómez e Ribéry de um lado para o outro dentro da área.
O "Super Mario", por sinal, foi o responsável pela última boa jogada do primeiro tempo, em raro momento em que não foi acompanhado por David Luiz. O camisa 33 aproveitou bote do brasileiro em Müller para aplicar bonito drible de corpo em Cahill e isolar de frente para Petr Cech. O primeiro tempo foi vermelho, mas o placar permaneceu sem cor.
Robben na final da Liga dos Campeões entre Bayern e Chelsea (Foto: AFP)
Robben tenta levar o Bayern ao ataque: holandês parou em Cech e na trave aos 20 minutos (Foto: AFP)
Chelsea tenta mudar, mas Bayern segue melhor

O Chelsea pareceu mais disposto ao ataque e Frank Lampard se aproximou de Juan Mata para auxiliar na armação das jogadas. O avanço fez com que o espanhol enfim participasse do jogo após um primeiro tempo apagado, mas por pouco não resultou em castigo logo no primeiro minuto. Ribéry passou como um foguete por Bosingwa e cruzou rasteiro. Cech ficou no meio do caminho e David Luiz se antecipou a Mario Gómez para afastar o perigo.
Thomas Mueller do Bayern de Munique e David Luiz do Chelsea (Foto: Reuters)
Müller cai em dividida com David Luiz (Reuters)
Até então mais participativo na defesa do que no ataque, Drogba tentou resolver sozinho e assustou quatro minutos depois, em chute da intermediária. Àquela altura, porém, a torcida do Chelsea tinha mais motivos para se preocupar do que para comemorar. Tanto que a primeira explosão do lado azul aconteceu quando Roman Abramovich surgiu no telão do estádio.
Apesar da disposição mais ofensiva, o Chelsea sentia bastante a falta de Ramires e a atuação tímida de Mata. Enquanto isso, o Bayern seguia impondo seu ritmo, com Robben e Ribéry endiabrados. A dupla, por sinal, por pouco não abriu o placar aos oito. Mas pouco mesmo, questão de centímetros que deixaram o francês impedido quando escorou para os fundos da rede após chute do holandês que desviou na zaga. Sinal de alerta que serviu para que o Chelsea voltasse novamente a se defender apostando em escapadas no contra-ataque.
E fui justamente em saída rápidas pelas pontas que o time inglês colocou os zagueiros do Bayern para trabalhar. Bosingwa e Drogba descolaram bons cruzamentos, que foram afastados pela linha de fundo. Em uma das cobranças de escanteio, o marfinense teve boa oportunidade após titubeada de Neuer. O chute de canhota, no entanto, não saiu firme e o goleiro fez a defesa sem problemas.
Franck Ribery na partida do Bayern de Munique contra o Chelsea final Liga dos Campeões (Foto: AFP)
Enquanto esteve campo, Ribéry deu muito trabalho a Bosingwa (Foto: AFP)
Gol e emoção para os dois lados
Infernal, Ribéry abandonou a ponta esquerda e passou a flutuar pelo campo causando problemas. A defesa inglesa, por sua vez, era eficiente sempre no último corte. Nem mesmo a proximidade do fim da partida, porém, fez o Bayern tirar o pé do acelerador. E a recompensa veio a oito minutos do fim do tempo regulamentar.
Thomas Mueller gol Bayern de Munique (Foto: Reuters)
Müller explode com o gol aos 38 minutos (Reuters)
Aos 38, Kroos cortou para o meio e cruzou no segundo pau. A zaga do Chelsea ficou olhando a viagem alta da bola até chegar a Thomas Müller, que cabeceou esquisito para o chão e superou Cech. Gol e comemoração enlouquecida do artilheiro e revelação da última Copa, que só entrou em campo por conta da suspensão do brasileiro Luiz Gustavo.
A Allianz Arena entrou em erupção e começou a contagem regressiva para o título sonhado. No banco de reservas, atitudes imediatas: Di Matteo, finalmente, mandou o Chelsea para o ataque e chamou Fernando Torres. Jupp Heynckes tratou de segurar o resultado e trocou o “herói” Müller por Van Buyten. Ponto para o italiano dos Blues.
Em jogada enrolada na linha de fundo, Torres conseguiu escanteio para Mata cobrar. O espanhol colocou a bola na medida no bico da pequena área. Drogba saltou mais do que Boateng e testou com uma força impressionante: 1 a 1, em bola que Neuer poderia ter defendido. E mais 30 minutos de futebol seriam disputados em Munique.
Drogba David Luiz gol Chelsea (Foto: AFP)
Drogba impediu o título do Bayern aos 43 minutos do segundo tempo: jogo foi para prorrogação (Foto: AFP)
Cech pega pênalti de Robben
Na prorrogação, a previsão natural era de um Chelsea mais ofensivo do que nos 90 minutos anteriores, por conta das entrada de Torres e Malouda. E foi o que aconteceu, mas somente por dois minutos. Bastou os Blues tentarem sair para o ataque para Ribéry aproveitar brecha na defesa, invadir a área e ser derrubado por Drogba. Isso mesmo, o marfinense, mais uma vez, ajudava a defesa de forma estabanada, como quando derrubou Fàbregas em pênalti perdido por Messi na semifinal.
Para sorte do atacante, a história da cobrança também se repetiu. Ex-Chelsea, Robben pegou a bola de frente paro o mar azul atrás do gol de Cech, correu, encheu o pé e... perdeu. Dessa vez, não foi preciso travessão, o próprio goleiro assumiu o papel de herói. O telão imediatamente mostrou a celebração de John Terry, pulando como legítimo torcedor, ao lado do goleiro Hilário na arquibancada.
O holandês, por sua vez, repetiu o que já fizera no dia 11 de abril, em jogo decisivo pelo Campeonato Alemão, contra o Borussia Dortmund. Na ocasião, Robben parou no goleiro Weindenfeller e acabou como um dos vilões do vice-campeonato.

Chelsea se satisfaz com empate
Petr Cech do Chelsea (Foto: Reuters)
Cech salta para evitar chance do Bayern (Reuters)
Recuperado do baque do gol sofrido no fim e do pênalti perdido, o Bayern voltou com tudo para a segunda etapa, disposto a evitar novas penalidades, como na semifinal contra o Madrid. Marcando pressão, ocupou o canto de ataque e criou boas chances. Em uma delas, Lahm cruzou no segundo pau, a zaga do Chelsea parou pedindo impedimento e viu Olic receber livre, em posição legal, no bico da pequena área. O croata escorou, o mundo dos Blues parou por alguns segundos, mas, para sorte inglesa, Mario Goméz também ficou estático e só viu a bola sair lentamente pela linha de fundo.
Como nos 87 minutos iniciais, o Chelsea voltou a estar acuado, e mais uma vez teve provas de que a sorte estava ao seu lado quando Lahm dividiu de carrinho com Cech e, após dividida entre Kross e Cahill, a bola sobrou nos pés de David Luiz com o gol já vazio. O título ainda estava em aberto, mas a seis minutos do fim da competição, os Deuses do Futebol davam mostras de que estavam do lado azul, como já havia acontecido em momentos anteriores. Napoli e Barcelona que o digam.
E se o Chelsea não conseguia mais atacar e a bola teimava em não entrar em seu gol, o título só poderia ser decidido de uma forma: a disputa por pênaltis. Tensão no lado vermelho, exposta em imagens de torcedores de cabeças baixas no telão, e otimismo do lado azul, com músicas sendo cantadas em alto e bom som.
Robben perde penalt (Foto: AFP)
Cech brilhou ao defender pênalti de Robben no primeiro tempo da prorrogação (Foto: AFP)

Drogba e Cech dão título ao Chelsea nos pênaltis
Campeão da Liga dos Campeões de 2001 ao bater o Valencia nos pênaltis, o Bayern de Munique iniciou a série neste sábado. O capitão Lahm, com força, bateu no canto esquerdo de Cech e fez 1 a 0 para os bávaros. O espanhol Juan Mata foi para a primeira cobrança do Chelsea e... Acabou batendo mal para tranquila defesa de Neuer.
Na sequência, Mario Gómez arrematou com força e aumentou a vantagem para os “donos da casa”. David Luiz, na segunda penalidade dos Blues, tomou muita distância e colocou no fundo das redes.
Para surpresa de todos, na terceira cobrança do Bayern, o goleirão Neuer se apresentou e não vacilou: 3 a 1. Lampard, depois, descontou com uma bomba no meio do gol. Olic, que dias atrás revelou que não continuará no Bayern (acertou com Wolfsburg), foi para o quarto pênalti do Bayern e parou nas mãos de Cech. Na sequência, Ashley Cole igualou a série: 3 a 3.
Schweinsteiger foi para a última cobrança do Bayern e acabou carimbando a trave. Com isso, Drogba teve a missão de finalizar a série e, frio, colocou no canto, garantiu o título e enterrou de vez o fantasma da derrota nos pênaltis para o Manchester United em 2008.
Schweinsteiger bayer de Munique (Foto: Reuters)
Schweinsteiger, que marcou o gol da vaga contra o Real, perdeu a última cobrança do Bayern (Reuters)


Veja alguns comentários da Vitória do Chelsea:

"@TaniaOliveira  Chora Bayern!!! Chelsea CAMPEÃO! :) :) :)"
"@XabiAlonso Football drama II. Congrats Chelsea. Sorry for Bayern"
"@VitorSergio Temporada do Chelsea caminhava para o fracasso e termina com o sonhado título. Por isso o futebol não tem lógica. E é apaixonante."
"@MauroCezarESPN Futebol não é questão de justiça. Parabéns ao time cascudo, de jogadores com personalidade e que viraram o jogo na temporada "perdida""
"@Benja97 Um time de um judeu, com vários jogadores negros, conquistando um título na Alemanha! Graças a Deus que o mundo mudou..."

Maldonado leva Williams e Venezuela a vitória histórica no GP da Espanha

Diante da torcida, Alonso é 2º, e Raikkonen completa pódio. Punido, Massa chega apenas em 15º, e Bruno Senna abandona após batida com Schumi

Histórico é pouco para definir o domingo de Pastor Maldonado. Após conquistar sua primeira pole, herdada com a punição que jogou Lewis Hamilton para o fim do grid, o venezuelano teve sangue frio para administrar a vantagem sobre o piloto da casa, Fernando Alonso, e venceu o GP da Espanha, quinta etapa da temporada 2012. Aos 27 anos, Maldonado levou seu país pela primeira vez ao alto do pódio e conduziu a tradicional Williams de volta aos dias de glória, justamente no fim de semana em que a equipe celebrou os 70 anos de seu fundador, Sir Frank Williams. A última vitória da escuderia de Grove tinha sido há quase oito anos, por coincidência com outro sul-americano, o colombiano Juan Pablo Montoya, no GP do Brasil, em outubro de 2004.
Fernando Alonso, da Ferrari, garantiu o segundo lugar e igualou os 61 pontos de Sebastian Vettel, da RBR, que ultrapassou Hamilton e Nico Rosberg nas voltas finais para completar a prova em sexto e manter a ponta do campeonato pelo critério de desempate. Kimi Raikkonen, da Lotus, chegou a se aproximar de Alonso no fim, mas cruzou em terceiro lugar e é o quarto na classificação geral, com 49 pontos. E a rivalidade ficou apenas na pista. No alto do pódio, os campeões mundiais Alonso e Raikkonen ergueram Maldonado, celebrando a entrada do venezuelano no hall de vencedores da F-1.
pastor maldonado williams pódio gp espanha (Foto: Agência Reuters)
Maldonado comemora muito primeira vitória na carreira (Foto: Reuters)
Se o fim de semana foi de fortes emoções para Maldonado e Alonso, o mesmo não se pode dizer para seus respectivos companheiros de equipe, os brasileiros Bruno Senna e Felipe Massa. Bruno largou apenas na 17ª posição e viu a prova acabar cedo, na 13ª volta, após ser atingido pela Mercedes de Michael Schumacher. A corrida também não foi boa para Felipe Massa. O piloto da Ferrari até largou bem de 16º e ganhou cinco posições na primeira volta, mas foi punido com um drive through (passagem pelos boxes) por excesso de velocidade sob bandeira amarela e terminou apenas em 15º.
Com cinco pilotos diferentes vencendo as cinco primeiras provas do ano, a temporada 2012 iguala o recorde de 1983, quando Nelson Piquet (Brabham), John Watson (McLaren), Alain Prost (Renault), Patrick Tambay (Ferrari) e Keke Rosberg (Williams) faturaram as cinco provas iniciais. Além de Maldonado, na Espanha, venceram também em 2012 Jenson Button (McLaren) na Austrália, Alonso (Ferrari) na Malásia, Nico Rosberg (Mercedes) na China e Sebastian Vettel (RBR) no Bahrein.
bruno senna williams schumacher mercedes gp da Espanha batida (Foto: Agência Reuters)
Bruno Senna e Michael Schumacher abandonam após batida (Foto: Reuters)
Alonso bate Pastor na largada

Diante da torcida espanhola, Alonso usou a experiência e o fato de largar do lado de dentro para tomar a ponta de Maldonado logo na primeira curva. O mesmo conseguiu Raikkonen sobre o companheiro de Lotus, Romain Grosjean, para assumir o terceiro lugar. Os brasileiros largaram bem: Massa subiu de 16º para 13º, e Bruno, de 17º para 15º. O piloto da Ferrari conseguiu mais duas posições na primeira volta, enquanto o da Williams voltou para sua colocação de origem. Após perder a pole e ter sair no fim do grid, Hamilton ganhou quatro posições na largada.
Na briga pela liderança, Alonso abriu 2s sobre Maldonado no início e manteve vantagem até o primeiro pit stop. O espanhol parou nos boxes na 11ª volta e recuperou a ponta com a parada do venezuelano na passagem seguinte. Enquanto isso, Hamilton optou por retardar a parada nos boxes e ganhou posições. Na 11ª volta, o inglês já era o sexto colocado, mas caiu para 14ª após o primeiro pit, na volta 15.

Bruno e Schumacher batem
Duas passagens antes, a corrida acabava para Bruno, após batida com Schumacher. O brasileiro, que havia sido tocado uma volta antes por Grosjean no fim da reta principal, posicionou a Williams levemente para a direita no mesmo local e retornou para frear e fazer a tomada da curva. O alemão se confundiu, atingiu em cheio o carro de Bruno e acabou na brita. Com o pneu traseiro esquerdo furado e o aerofólio danificado, Bruno tentou voltar aos boxes, mas também abandonou metros depois. Visivelmente irritado, Schumacher esbravejou no rádio: “Idiota”, culpando o brasileiro pelo acidente. Senna retrucou: “Óbvio que ele vai me culpar, ele nunca vai se culpar pelo acidente".

Venezuelano recupera liderança após parada nos boxes


pastor maldonado williams fernando alonso ferrari raikkonen lotus pódio gp espanha (Foto: Agência AFP)
Maldonado é erguido no pódio (Foto: AFP)

A Williams deu o pulo do gato na segunda rodada de pits e Maldonado assumiu a liderança da prova. Enquanto Alonso perdia tempo com o retardatário Charles Pic (punido por não respeitar a bandeira azul), o venezuelano parou nos boxes na 25ª passagem, antes que o espanhol, e ainda anotou a melhor volta em seu retorno à pista. Alonso fez seu pit na volta seguinte e voltou apenas 7s atrás do rival. Alonso tirou boa parte da diferença na terceira rodada de pit stops. Maldonado foi para os boxes na 42ª volta, enquanto o espanhol permaneceu na pista anotando voltas rápidas com pneus duros. Após fazer sua terceira parada na 45ª, o piloto da Ferrari voltou a menos de 2s do venezuelano.
Alonso chegou a ficar a menos de 1s de Maldonado, mas o piloto da Williams conseguiu voltar a abrir nas voltas finais para receber a bandeira quadriculada em primeiro, com 3s de vantagem. Depois de perder contato com o venezuelano em razão dos pneus gastos, o espanhol ainda viu o finlandês Raikkonen se aproximar, mas conseguiu assegurar a segunda colocação. O resultado só não deu a liderança do campeonato a Alonso porque Vettel se recuperou após levar um drive through, ultrapassou Hamilton a três voltas do fim e Rosberg na última passagem. Com os mesmos 61 pontos do espanhol, manteve a ponta da tabela pelo critério de desempate. Também punido com drive through, Massa cruzou em 15º. Após largar do fim do grid em razão da punição no treino classificatório, Hamilton completou a corrida de recuperação em oitavo.


Confira a classificação final do GP da Espanha:
1- Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – 1h39m9s145
2 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 3s195
3 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) – a 3s884
4 - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) – a 14s799
5 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – a 1m14s641
6 - Sebastian Vettel (ALE/RBR) – a 1m17s576
7 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 1m27s919
8 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) – a 1m25s200
9 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – a 1m28s100
10 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) a 1 volta
11 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) a 1 volta
12 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) a 1 volta
13 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) a 1 volta
14 - Paul Di Resta (ESC/Force India-Mercedes) a 1 volta
15 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) a 1 volta
16 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) a 1 volta
17 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) a 1 volta
18 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) a 2 voltas
19 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) a 3 voltas
Abandonaram:
Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) na 38ª volta
Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) na 36ª volta
Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) na 23ª volta
Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) na 13ª volta
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) na 13ª volta


Rosberg brilha na China e vence pela primeira vez na carreira; Bruno é o 7º

Button perde chance de vitória após problema em pit stop. Hamilton passa Vettel no fim e assume liderança do campeonato. Massa chega em 13º

Nico Rosberg teve um fim de semana inesquecível em Xangai. Um dia depois de conquistar uma inédita pole position, o piloto voltou a brilhar e venceu o GP da China, terceira etapa do Mundial de Fórmula 1. Foi a primeira vez que o alemão de 26 anos subiu no lugar mais alto do pódio em 111 corridas na categoria. Rosberg chegou a ter a vitória ameaçada por Jenson Button. Entretanto, o britânico teve problemas no pit stop na 39ª volta e viu as chances de brigar pela ponta irem embora, tendo que se contentar com a segunda colocação. Companheiro de Button na McLaren, Lewis Hamilton garantiu o terceiro lugar no pódio com uma ultrapassagem sobre Sebastian Vettel, da RBR,  na penúltima volta.
Com o resultado, Hamilton assumiu a liderança do campeonato, com 45 pontos, dois a mais que o compatriota Button, vice-líder da competição. O espanhol Fernando Alonso, que desembarcou em Xangai como líder, terminou apenas na nona posição e caiu para o terceiro lugar na classificação geral, com 37 pontos.
Por pouco a prova não terminou para os brasileiros logo na primeira curva. Felipe Massa precisou frear mais forte para evitar colidir com a Lotus de Romain Grosjean e acabou sendo tocado na traseira por Bruno Senna, que chegou a perder um pedaço da asa dianteira da Williams. O dano parece não ter afetado o desempenho do carro de Bruno, que, com mais uma boa exibição, voltou a marcar pontos. Em 14º no grid, o brasileiro optou por largar com pneus médios (ao lado de Massa e da dupla da STR) e teve sucesso na estratégia de duas paradas nos boxes, terminando na sétima colocação, uma posição à frente do companheiro de Williams, Pastor Maldonado. Senna chegou aos 14 pontos, mas apesar do bom resultado, caiu da oitava para a nona posição no Mundial de Pilotos, sendo superado por Rosberg, vencedor da etapa chinesa.
F1 Gp da China Nico Rosberg (Foto: Getty Images)
Nico Rosberg e Jenson Button festejam no pódio após o GP da China (Foto: Getty Images)
Situação bem diferente de Bruno vive Felipe Massa, que continua zerado na tabela. Mesmo com estratégia de corrida semelhante à do compatriota (largando com pneus médios e realizando dois pit stops), o piloto da Ferrari não conseguiu um bom ritmo de corrida e ficou apenas com o 13º lugar. Massa novamente ficou atrás do companheiro Fernando Alonso, que, com três pit stops, chegou em nono.
Os pilotos voltam à pista no próximo fim de semana, para o polêmico GP do Bahrein, que chegou a ser ameaçado por problemas de segurança no país. O treino classificatório está marcado para as 8h de sábado, e a corrida, para 9h de domingo.

Boa largada de Rosberg
Nem parecia que era a primeira vez de Rosberg na pole. O alemão largou bem e manteve a ponta sem ser ameaçado. Os dois pilotos da McLaren também fizeram ótimas largadas. Button pulou da quinta para a terceira posição, enquanto Hamilton subiu de sétimo para quinto. Massa e Bruno levaram um susto com o toque logo no início. É a segunda vez que os brasileiros se chocam na temporada - a primeira foi no GP da Austrália, em que ambos tiveram que abandonar.
F1 Gp da China Bruno Senna (Foto: Reuters)
Bruno Senna tenta se manter na pista: o brasileiro fez mais uma boa corrida (Foto: Reuters)
Rosberg logo abriu vantagem confortável na liderança. Em dez voltas, colocou 4s de vantagem sobre o companheiro de Mercedes, Michael Schumacher. A prova do heptacampeão acabou cedo. Na 13ª volta, o alemão teve um problema na roda dianteira direita no pit stop e abandonou a corrida poucas curvas após sair dos boxes.



McLaren atrapalha Button
Enquanto Rosberg administrava a liderança, a dupla da McLaren ganhava posições. Bem ao seu estilo técnico e pragmático, Button mantinha um bom ritmo. O britânico chegou a assumir a liderança na 35ª volta, mas quatro passagens depois, os mecânicos tiveram dificuldade para fixar a roda traseira esquerda da McLaren durante o pit stop. Resultado: o piloto perdeu segundos valiosos na luta pela vitória, praticamente entregando o ouro para Rosberg. Mesmo assim, o inglês ainda conseguiu terminar na segunda colocação. Quem completou o pódio foi seu compatriota Hamilton, após ganhar a posição de Vettel na penúltima volta. O bicampeão, que tinha largado em 11º, ainda perdeu mais um posto, para o companheiro de RBR, Mark Webber, mas fechou a boa corrida de recuperação no quinto lugar.
F1 Gp da China Nico Rosberg (Foto: Reuters)
Após a bandeirada, festa da equipe Mercedes com a vitória de Nico Rosberg (Foto: Reuters)


Confira o resultado final do GP da China:
1 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1h36m26s929
2 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - a 20s626
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - a 26s012
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 27s924
5 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - a 30s483
6 - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - a 31s491
7 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - a 34s597
8 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - a 35s643
9 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 37s256
10 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 38s720
11 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 41s066
12 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 42s273
13 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 42s700
14 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - a 50s500
15 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - a 51s200
16 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - a 51s700
17 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - a 1min03s100
18 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - a 1 volta
19 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
20 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
21 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - a 1 volta
22 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) -  a 2 voltas
23 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - a 3 voltas
Não completou:
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 43 voltas

Jaque Khury desabafa sobre novas Panicats: "Muito bonitas. Mas amanhã, infelizmente, elas estarão sendo chamadas de qualquer coisa e sendo trocadas"

Parece que as novas Panicats do Pânico na Band não agradou a ex-panicat Jaque Khury.
Nesta manhã de segunda-feira (09), ela criticou a produção do programa e também o âncora do programa, Emílio Surita.




Revista italiana detona, pede demissão de Massa e sugere até Trulli para o lugar

Massa durante o fim de semana na Austrália; brasileiro segue pressionado pela imprensa italiana
Massa durante o fim de semana na Austrália;
brasileiro segue pressionado pela imprensa italiana 
A revista italiana Autosprint não poupou Felipe Massa de críticas após a desastrosa estreia da Ferrari no GP da Austrália, no último fim de semana. Em um editorial, a publicação fez duras críticas ao brasileiro, pediu sua demissão imediata e sugeriu até o veterano italiano Jarno Trulli, demitido da Caterham, como solução.
“Desculpe dizer, mas é inútil negar o óbvio: Aquele piloto não existe mais desde agosto de 2009. Algo clicou dentro dele e ele desligou a luz do talento. A Ferrari já deu a ele muitas oportunidades, mas Maranello [sede da equipe] deve decidir rapidamente se quer desperdiçar outra temporada ou lutar pelo campeonato de construtores”, disse o texto da revista.
O incidente de agosto de 2009 a que se refere a Autosprint é o fatídico acidente de Felipe Massa na Hungria, quando uma mola bateu em seu capacete. O brasileiro perdeu o restante daquela temporada e nunca voltou a correr como se esperava. Seu contrato vai até o fim do ano e o futuro na Fórmula 1 é incerto.
No GP da Austrália, Massa teve problemas no treino de classificação e largou no 16º lugar. Na corrida, ele vinha mal até chocar-se com Bruno Senna e abandonar a corrida. Nas entrevistas que sucederam a prova, ele voltou a criticar duramente o carro. Para a Autosprint, a atitude positiva de Fernando Alonso é um diferencial em relação ao brasileiro.
O texto da publicação faz uma alusão a um post de Alonso no Twitter, com a foto de um copo com água até a metade e a ideia de que ele está “meio cheio”, em vez de “meio vazio”.
“Sendo malicioso, aquele copo meio cheio pode ter outra interpretação: Significa que Alonso está sozinho. A outra metade do copo, simbolizada pelo seu companheiro Massa, está completamente vazia”, disse a revista, que discorda de uma suposta opinião da Ferrari de que não há substitutos adequados no mercado.
“Bom, eu acho que sim e faz duas sugestões práticas e factíveis para começar. Nenhum piloto de teste ou criança. Um é Sergio Perez, que saiu da última posição em Melbourne, passando por Massa e terminando em oitavo. Mas tem outro piloto que ainda é muito rápido, experiente e está em boa forma: Jarno Trulli”, escreveu a publicação, referindo-se ao italiano de 37 anos que não renovou seu contrato com a Caterham para essa temporada.

Button vence na Austrália; brasileiros se chocam e abrem mal a temporada

Massa e Bruno batem a dez voltas do fim e abandonam a prova; inglês da McLaren ultrapassa Hamilton, segura o campeão Vettel e cruza em primeiro

Para Jenson Button, a temporada 2012 da Fórmula 1 começou com um passeio no Albert Park. O piloto da McLaren superou o companheiro Lewis Hamilton na largada e, sem sustos, puxou a fila durante as 58 voltas para vencer o GP da Austrália. O domingo de sonho para o inglês foi de pesadelo para os brasileiros. Felipe Massa e Bruno Senna, que já tinham ligado o sinal de alerta na véspera, com posições ruins no grid, tiveram uma corrida para esquecer. A dez voltas do fim, os dois se enroscaram na pista e abandonaram a disputa. Dos boxes, viram o pódio em Melbourne ser completado pelo campeão Sebastian Vettel, com sua RBR em segundo, e pelo pole position Hamilton, que chegou a ser pressionado por Mark Webber nas voltas finais, mas segurou o terceiro lugar.
O campeonato já se anunciava complicado para os brasileiros, e o desfecho na Austrália ajudou a confirmar as previsões pessimistas. Massa, que largou em 16º, e Senna, o 14º, travavam uma amarga disputa pela 13ª posição com Daniel Ricciardo, da STR, enquanto seus companheiros de equipe corriam lá na frente – Alonso chegou em quinto, e Pastor Maldonado estava em sexto até a última volta, quando bateu. A Ferrari de Felipe tocou a Williams de Bruno, os carros se engancharam, e a etapa de abertura da temporada terminou de forma triste para os dois únicos representantes do país no grid. Ambos classificaram o choque como "acidente de corrida".
F1 GP da Austrália Jenson Button Sebastian Vettel (Foto: Reuters)
Aplauos de Vettel para Button: o inglês superou o atual campeão na abertura da temporada (Foto: Reuters)
A superioridade de McLaren e RBR sobre as demais equipes, demonstrada nos testes de pré-temporada, foi confirmada nesta etapa de abertura. A escuderia inglesa mostrou estar com ligeira vantagem sobre a rival e poderia ter emplacado uma dobradinha se Hamilton não tivesse perdido a posição para Vettel com a entrada do safety car na metade final da prova. Mesmo com o mau desempenho da Ferrari nos testes, Fernando Alonso conseguiu chegar na quinta posição - a diferença do espanhol para Webber, no entanto, foi de 17s.

Button assume a ponta na largada

A liderança do pole position Lewis Hamilton durou poucos metros. Button largou melhor que o companheiro de McLaren e assumiu a ponta logo na primeira curva do circuito de Albert Park. Quem também fez ótima largada foi Nico Rosberg, da Mercedes, pulando de sétimo para quarto. Bruno Senna teve sua Williams tocada pela STR de Daniel Ricciardo e precisou parar nos boxes já na primeira volta.
A expectativa de Michael Schumacher em finalmente conseguir um resultado expressivo nessa nova fase da carreira acabou com apenas 12 voltas. Após largar em quarto, melhor posição desde seu retorno às pistas, o heptacampeão vinha se mantendo entre os primeiros colocados até sofrer com problemas no câmbio da Mercedes e deixar a corrida. Outro que saiu frustrado logo no início foi Romain Grosjean, da Lotus. Terceiro no grid, o francês perdeu muitas posições na largada, foi tocado por Pastor Maldonado na segunda volta e saiu.
F1 GP da Austrália Jenson Button (Foto: Getty Images)
Jenson Button passeia no Albert Park: vitória tranquila para o inglês neste domingo (Foto: Getty Images)
Os dois carros da McLaren mostraram superioridade na primeira metade da corrida. Depois da primeira parada nos boxes, enquanto Button manteve um bom ritmo na liderança, Hamilton acabou perdendo segundos preciosos atrás da Sauber de Sergio Pérez, que ainda não havia feito o pit stop e se encontrava na segunda posição.

Safety car movimenta a prova
Na 36ª volta, a entrada do safety car para a retirada do carro de Vitaly Petrov, da Caterham, que quebrou na reta principal, movimentou a prova. Quem se deu bem foi Sebastian Vettel. O alemão se aproveitou da nova regra que permite a parada nos boxes com o safety car na pista e ganhou a posição de Lewis Hamilton. Com o limite de velocidade em razão da bandeira amarela, o inglês, que havia feito seu pit stop uma volta antes da paralisação da corrida, voltou atrás do alemão. Na primeira volta após a relargada, Button abriu mais de três segundos para a RBR de Vettel.

Massa e Bruno se chocam

A dez voltas do fim, Felipe Massa e Bruno Senna, que já não vinham fazendo boa corrida, tiveram um fim melancólico. Na disputa pela 13ª posição, com Daniel Ricciardo, da STR, a Ferrari e a Williams se tocaram e ficaram enganchadas. Massa deixou a prova, enquanto Bruno seguiu para os boxes para fazer reparos no carro e abandonou pouco depois.
No pelotão da frente, Button administrou a vantagem na liderança com tranquilidade, mostrando seu talento em poupar o desgaste dos pneus e cruzou a linha de chegada em primeiro. Vettel assegurou o segundo lugar e comemorou muito. Hamilton chegou a ser pressionado por Webber, mas conseguiu manter o terceiro lugar. Apesar do pódio, o campeão mundial de 2008, que tinha festejado a pole no sábado, saiu com cara de poucos amigos.
Companheiro de Bruno na Williams, Maldonado fazia prova espetacular até a última volta. O venezuelano estava na sexta colocação, próximo da Ferrari de Alonso, quando perdeu o controle do carro e bateu forte. Também na volta final, Sergio Pérez, da Sauber, e Nico Rosberg, da Mercedes, se tocaram na luta pelo oitavo lugar e causaram uma grande confusão. Enquanto Rosberg ficou para trás, Pérez conseguiu segurar as STRs de Ricciardo e Jean-Eric Vergne e a Force India de Paul di Resta. Os quatro protagonizaram uma chegada incrível, com apenas quatro décimos de diferença entre o oitavo e o 11º colocados. Desfecho bem diferente do de Button, que passeou nas 58 voltas e abriu a temporada com uma vitória tranquila.
F1 GP da Austrália Jenson Button namorada Jessica Michibata (Foto: Getty Images)
Button comemorou vitória com beijo na namorada, a modelo Jessica Michibata (Foto: Getty Images)

Confira o resultado final do GP da Austrália, em Melbourne (307,574 quilômetros):
1 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 58 voltas em 1h34m09s565
2 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - a 2.139
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - a 4.075
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 4.547
5 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 21.565
6 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 36.766
7 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - a 38.014
8 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 39.458
9 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - a 39.556
10 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 39.737
11 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - a 39.848
12 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 57.642
13 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - a 1 volta
14 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
15 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - a 2 voltas

Não completaram:
Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - a 4 voltas / abandono
Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 11 voltas / abandono
Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - a 16 voltas / abandono
Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - a 21 voltas / mecânico
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 47 voltas / câmbio
Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - a 56 voltas / acidente
Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - a 57 voltas / acidente
Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - não participou/fora do limite de 107%
Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - não participou/fora do limite de 107%

Melhor volta: Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m29s187, 56ª volta

Em jogo frio, Brasil vence a Bósnia por 2x1

Em jogo realizado em St. Gallen na Suíça, o Brasil venceu a Bósnia por 2x1, com gols de Marcelo aos 3 minutos do 1º tempo e Papoc contra aos 42 minutos do 2º tempo. Ibsevic descontou aos 12 minutos do 1º tempo.
Em um jogo com baixa temperatura, o Brasil veio a campo com: Julio César, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Marcelo; Sandro, Fernandinho e Hernanes; Ronaldinho Gaúcho, Neymar e Leandro Damião, e logo no começo aos 3 minutos, depois de excelente passe de Daniel Alves, Marcelo disparou para dentro da área de encontro com a bola e acertou um belo chute em diagonal. Daí em diante, o Brasil começou a tocar a bola, tentando explorar o erro da Bósnia, mas foi o Brasil que acabou errando. Depois do passe errado de David Luiz e a falha bisonha de Júlio César, a Bósnia chegou ao empate.
Daí em diante o que se viu foi uma grande sequência de erros da equipe brasileira e a maior facilidade que a equipe da Bósnia entrava na área brasileira e na frente, Ronaldinho Gaúcho erava passes, cruzamentos, chutes a gol e não se movimentava como todos esperavam.
Acabando o 1º tempo, o Brasil detinha mais de 60% da posse de bola, mas uma posse de bola mentirosa, pois o Brasil não atacava a Bósnia, tanto que o melhor em campo foi Marcelo, lateral-esquerdo.
Ao começo do 2º tempo, nada se mudou, mesmo com a entrada de Elias no lugar de Sandro. Demorou 16 minutos para que Mano Menezes visse que Ronaldinho Gaúcho não iria fazer mais do que estava fazendo, tanto que ele o tirou para a entrada de Paulo Henrique Ganso. A partir daí os passe melhoraram bastante, mas não a ponto de sair um gol. Aos 21 minutos entrou Hulk no lugar do Hernanes e aos 35 minutos saiu Leandro Damião para a entrada de Lucas do São Paulo. Foram momentos que o Brasil tentava chegar ao gol, mas pecava no último passe. Aos 45 minutos depois de um cruzamento de Hulk, Papoc desvia para o gol, e aos 47 minutos saiu Neymar para entrada de Jonas.

Opinião: Jogo horroroso, Brasil muito distante do que queremos ver, meio de campo começou a ficar criativo com a entrada de Ganso no 2º tempo; A falha bisonha de Júlio César foi o ápice de que não deveria mais ser convocado, deixando outros goleiros, como Rafael do Santos para a vaga de 2014; Thiago Silva monstro na defesa e David Luiz precisa mais experiência para vestir a amarelinha em 2014.
Para finalizar, li uma notícia peculiar no twitter de Nivaldo Prieto (@NPrietofical) que o técnico Mano Menezes está pedindo para sair da seleção brasileira. Na minha visão, ele não serve ainda como técnico de seleção, precisa de uma reciclagem e mais experiência. Mas se ele sair, quem deveria assumir a seleção brasileira? Na minha opinião deveria ser o Muricy Ramalho, técnico do Santos.
Deixe sua opinião e quem deveria ser o novo técnico da seleção, caso Mano Menezes venha a desistir.

Homem é preso no Recife portando RG com foto do ator Jack Nicholson

Suspeito tentava abrir conta bancária em Boa Viagem quando foi preso. 
Ao prestar depoimento na delegacia, ele negou todos os crimes.




Um homem de 41 anos foi preso nesta terça-feira (28) suspeito de usar documentação falsa para abrir uma conta bancária em uma agência no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Uma das várias carteiras de identidade em nome de outras pessoas que estavam com o suspeito tinha uma foto do ator norte-americano Jack Nicholson, em nome de João Pedro dos Santos. Não existe nenhuma semelhança física entre o suspeito e o ator.

O suspeito foi detido no interior do estabelecimento por agentes da Polícia Civil e levado à delegacia do bairro para prestar depoimento. “Ele negou tudo. Disse que só vai falar em juízo”, afirmou o delegado Erivaldo Guerra, responsável pelo caso. O suspeito deverá responder pelos crimes de uso de documento falso e falsificação de documento público. Ainda hoje, o suspeito segue para o Centro de Triagem, em Abreu e Lima, no Grande Recife.


Fonte: http://www.globo.com/

"Pânico na TV" assina com a Band: E Agora Emílio?

Como se vem noticiando na imprensa, a Band conseguiu contratar a trupe do "Pânico na Tv". Na minha modesta opinião, a melhor contratação dos últimos tempos na emissora. Vejo que essa saída deles da Rede Tv era já visto pelo o que se noticiou, principalmente a dívida que a emissora de Amilcare Dalalevo obteve com a trupe: 20 milhões de reais.
Mas falando na contratação, foi uma grande jogada da emissora que vinha em uma constante busca por audiência. A promessa de sucesso é grande, tanto que penso que será um grande sucesso, pela Band ser para toda rede nacional, assim mais telespectadores poderão ver o programa.
Das notícias que circulam pela internet, as que me chamam a atenção é de que Emílio Surita pediu liberdade para o grupo, predominante na antiga emissora. Isso aconteceu depois do incidente de Rafinha Bastos e Wanessa Camargo. A notícia de possível "ciumeira" que está causando nos bastidores, muitos dizem que a ida do programa para Band gerará um mal estar entre todos, pois todos sabem como é a galera do Pânico. Questão interessante também seria a convivência entre Sabrina Sato e Mônica Iozzi, muitos pensam que essa proximidade não dará certo, mas discordo totalmente, é só todos verem a desenvoltura das duas em uma entrevista para revista Trip.
Um ponto super positivo do programa é a contratação de Gui Santana da MTV, o cara é super talentoso e faz grandes imitações.
Perguntas, perguntas e mais perguntas que só serão respondidas com a estréia prevista para março.

Entrevista com o Artista: Tania Oliveira


Tânia começou sua carreira no ano de 2000 no extinto programa Ed Banana da Rede Record, depois fez comerciais, anúncios publicitários e posou para catálogos. Em 2003 superou quase 18 mil garotas e foi finalista do concurso The Girl, do portal Terra, Tânia venceu o concurso Garota Metamorphoses e ganhou papel na telenovela da Rede Record e mais tarde também
participou da Novela Escrava Isaura, também da Rede Record.

De 2003 a 2008, Tânia foi assistente do humorístico Pânico na Tv que ingressava na televisão na Rede Tv. Tânia participava dos quadros do programa, o maior destaque foi o quadro Lingeries em Perigo, junto com Sabrina Sato. Em 2008 ela saiu do programa para buscar novos rumos a sua carreira, tanto que no mesmo ano se formou na faculdade de educação física e foi uma das primeiras a divulgar a prática do Kettlebell no Brasil.

Em Fevereiro de 2006 Tânia foi capa da revista masculina Playboy, ano em que fez um ensaio sensual para o extinto The Girl do portal Terra. Também posou para o Garota Pinup em Março 2010.

Em 2009 voltou para a Rede Tv como apresentadora do gameshow Interligado e junto com Supla e João Suplicy, apresentou o extinto programa Brothers.

Hoje Tânia está negociando novos trabalhos na Tv, mas continua fazendo aparições, como no Superpop de Luciana Gimenez, esteve com Maguila no Programa do Ratinho falando de sua carreira, e atualmente foi condecorada como madrinha de bateria da escola de Samba Tom Maior de São Paulo.

Gabriel Lourenço: Tânia, seu currículo é invejável, hoje qualquer moça gostaria de ter a experiência que você tem, qual é a fórmula sua do sucesso?

Tania Oliveira: Ahh, eu ainda estou na busca do sucesso e para isso, acho que o segredo é fazer o que gosta fazer com vontade.

GL: Você começou na Rede Record fazendo um humorístico e depois atuou em duas novelas, você não teve vontade de seguir a carreira de atriz?

TO: Trabalhar como atriz foi uma experiência muito bacana, mas acabei fazendo outra opção para minha carreira.

GL: Você ficou 4 anos no Pânico na Tv como Panicat. Como foi a sua expectativa quando recebeu o convite? Quem fez o convite para você?

TO: Eu não conhecia muito o programa. Fui chamada por uma agência de modelos para fazer apenas uma participação, a pedido do Ricardo de Barros, que na época era o diretor do programa; acabei ficando e ficando e ficando...

GL: Como foi trabalhar com um dos gênios do humor brasileiro Emílio Surita?

TO: Emílio Surita muito antes da TV, já era gênio do rádio. Eu o admiro demais, e agradeço imensamente por todas as oportunidades e incentivos que me deu.

GL: Hoje o próprio Emílio diz que o Pânico é uma família, quando o programa começou essa era a impressão que se passava?

TO: São pessoas que acabam ficando muito próximas. Fiz amigos incríveis no Pânico.

GL: De onde você tirava coragem para fazer aquelas matérias? Pois não era fácil fazer o que era feito naqueles tempos.

TO: Tinha matérias realmente bem complicadas, na hora chorávamos, esperneávamos, mas no final todo mundo dava risada, era divertido.

GL: Em 2009, você saiu do Pânico na Tv e muitos diziam que você havia brigado com o elenco, o que aconteceu realmente?

TO: Foi um casamento que acabou. Ninguém brigou com ninguém.

GL: No mesmo ano você se formou em Educação física e foi pioneira no treinamento de Kettlebell no Brasil. Você pensou em deixar a TV e seguir a carreira?

TO: Educação Física é meu “porto seguro”, se eu puder conciliar com a minha paixão pela TV, seria maravilhoso.

GL: Você posou para o The Girl, Playboy, e Garota Pin UP. Como foi fazer esses ensaios? Você faria novamente alguns dos ensaios?

TO: Não me arrependo de nenhum desses trabalhos! Tudo foi muito profissional, e sendo tudo bem acordado, dependendo dos meus objetivos profissionais, acredito que não teria problemas em fazer novamente.

GL: No tempo do Pânico na TV o assédio era grande, e hoje o assédio continua grande?

TO: O assédio mudou. Até porque não trabalho mais de biquíni. Rs.

GL: Você foi condecorada como madrinha de bateria da Tom Maior para o carnaval de 2012. que passou pela sua cabeça quando você foi anunciada como a nova madrinha de bateria?

TO: Foi um presente surpresa maravilhoso! Quando comecei a freqüentar a Tom Maior jamais pensei que esse posto fosse um dia ser de minha responsabilidade. É muito bom saber que a comunidade, a diretoria e a presidente da escola confiam em mim. Estar à frente da bateria é incrivelmente emocionante, e se é a bateria da escola que amamos, melhor ainda. A Tom está em meu coração, e o que puder fazer pra ver a escola crescer, farei com todo amor, o amor que o eterno presidente Marko tinha pela sua vermelha e amarela. Que venha um carnaval maravilhoso por aí.

GL: Você começou a fazer o Interligado em 2009 nas madrugadas, como foi o convite e como foi apresentar um programa de televisão?

TO: Tive a honra de apresentar o 'Interligado' a convite da Rede Tv, que já conhecia meu trabalho. Foi “uma escola” que me rendeu mais de 300 horas de “ao vivo”, sem TP, roteiro e com muito improviso. O programa saiu do ar no final de 2010. Também estive no programa 'Brothers', ao lado de Supla e João Suplicy e fui repórter dos 'Bastidores do Carnaval de São Paulo 2011'. Atualmente estou envolvida em dois projetos para TV - um deles com o piloto já gravado e alguns outros projetos para web, voltados ao público feminino. Aprendi muito e hoje me sinto muito segura para seguir em frente com novos desafios.

GL: Hoje você é uma das mulheres mais lindas do Brasil e mantêm um corpo de dar inveja e sei que você come praticamente de tudo e que não resiste a um doce quando passa pela padaria. Qual é o segredo de manter um corpo desses?

TO: Não tomo refrigerantes, evito frituras e doces (apesar de amar doces), diminuí também a quantidade de carboidratos a noite, vou a academia 3 vezes por semana no mínimo, me acabo de dançar nos ensaios de escola de samba pra perder calorias e me divertir. Faço semanalmente tratamentos como Manthus e massagem modeladora na Magic Tan Itaim e no Michel Vidal Studio (onde também cuido dos cabelos). Nunca me esqueço do filtro solar pra proteger a pele, esteja frio ou calor. Sempre fui preguiçosa pra me cuidar, tenho preguiça até de passar hidratante no corpo após o banho, mas estou me cuidando mais ultimamente.

GL: Saindo um pouco da vida profissional, quem realmente é Tânia Oliveira?

TO: Não gosto de me definir, acredito que devemos sempre evoluir, e isso inclui mudanças. Mas num breve resumo diria que sou caseira, apaixonada por cachorros, gatos, minha família, meus amigos, meu trabalho, a escola de samba que amo. Gosto de fazer bem feito tudo o que me proponho a fazer. Me dedico de corpo e alma ao que realmente gosto de fazer e as pessoas que amo. Sou prestativa.

GL: Você levanta mal humorada às vezes? Como é Tânia Oliveira mal humorada?

TO: Hahaha, nem queira saber. Uma coisa horrorosa e insuportável.

GL: Você é São Paulina declarada. Você acompanha os jogos? E hoje quem é o seu jogador preferido do São Paulo?

TO: Sou sim, desde criancinha, contrariando meu pai palmeirense. Rogério Ceni é ídolo, Luis Fabiano, Dagoberto, e das antigas o Raí.

GL: E o coração como anda?

TO: Tenho um ótimo cardiologista, tá tudo bem! Hahaha.

GL: No futuro você pretende formar uma família? Ter filhos?

TO: Com certeza!

GL: Atualmente você está fora da TV, quando você voltará às telinhas?

TO: Estou me dedicando a preparar trabalhos que gostaria de fazer há muito tempo. Acredito que teremos novidades muito em breve.

GL: E hoje o que você pensa da televisão brasileira e dos rumos que a própria anda tomando.

TO: Ahhh eu adoro televisão, seja o que for, assisto de tudo um pouco.

GL: E o mundo virtual, eu li que você ficou na bronca quando estavam “pirateando” sua Playboy no ano de 2006. O que você acha que deveria acontecer com essas pessoas e se você pensa que tem solução tudo isso.

TO: Bom, eu não fiquei “na bronca” não, rsrs. Acredito que para acabar (ou diminuir) a pirataria, os preços precisam baixar e para isso acontecer, depende principalmente da redução dos impostos e taxas que incidem sobre os produtos pirateados e também sobre os insumos utilizados para confeccionar tais produtos.

GL: Para você qual o lado positivo e negativo das redes sociais?

TO: Acho que independente de qual a finalidade, o que deve imperar é o bom senso. Parece que algumas pessoas buscam colecionar amigos virtuais, concorrer com outros para ter cada vez mais “seguidores”, e com isso acabam se afundando num “isolamento virtual”. Acredito que o aviso: “Consuma com moderação” também serve para o uso das redes sociais. Rsrs.

GL: Você se arrepende de algo que fez no passado?

TO: Acho que me arrependo de coisas que deixei passar, de coisas que deixei de falar para pessoas importantes da minha vida...

GL: Um bate bola rápido:
Uma música preferida; Comida Preferida; Cantor (a) ou banda preferida; Um lugar que gostaria de visitar; Uma frase.

TO: Comida: arroz, feijão e batata frita, / Banda: Kid Abelha, Roupa Nova / lugar que gostaria de visitar: Fernando de Noronha / Frase: Cuide, cultive, queira o bem…O resto vem! (Caio Fernando de Abreu)

GL: Gostaria de agradecer demais ao tempo que a querida Tânia Oliveira nos deu para essa entrevista, sou suspeito a falar, pois seu super fã e sonho ainda em conhecê-la pessoalmente.
Obrigado Tânia, e para finalizar, uma mensagem para todos os leitores e fãs do seu trabalho.

TO: Agradeço imensamente cada mensagem de carinho que recebo seja pelo site (www.taniaoliveira.com.br) ou pelo twitter (@taniaoliveira). Que tenhamos sempre um compromisso assumido com a alegria, pois a vida se retrai ou avança na proporção da coragem, da positividade e da fé de cada um!